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Porto Alegre, segunda-feira, 03 de outubro de 2016. Atualizado às 01h58.

Jornal do Comércio

Política

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Eleições 2016

Notícia da edição impressa de 03/10/2016. Alterada em 03/10 às 00h43min

Antonio Carlos Magalhães Neto é reeleito em Salvador com 73,99% dos votos

ACM Neto vota acompanhado das filhas Lívia e Marcela

ACM Neto vota acompanhado das filhas Lívia e Marcela


JOÃO ALVAREZ/FOTOARENA/AE/JC
O prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), se reelegeu neste domingo com 73,99% dos votos. Com a vitória folgada prevista nas pesquisas, ele se consolida como principal oponente do governador Rui Costa (PT), que tentará o segundo mandato em 2018.
O neto do ex-senador Antonio Carlos Magalhães derrotou Alice Portugal (PCdoB), que teve 14,54% dos votos.
Logo após o fechamento das urnas, o prefeito, de 37 anos, deu entrevista no salão de festas do prédio onde moram seus pais, no Corredor da Vitória, reduto de políticos e estrelas do axé. "Não há de minha parte vontade de um confronto, mas é preciso dizer que o governador é o grande derrotado", afirmou.
De 1,9 milhão de eleitores da cidade, 78% compareceram para votar. Na conversa com jornalistas, ACM Neto ainda contabilizou como uma grande derrota do governador a reeleição de José Ronaldo, do DEM, que venceu o petista Zé Neto em Feira de Santana, principal município do interior baiano. "O desenho da Bahia mudou nestas eleições", avaliou.
Ele observou que os prefeitos brasileiros enfrentam, no momento, uma situação de "desespero" e "dificuldades financeiras". "É um grande desafio para o prefeito deixar as contas em dia", disse.
Numa frente de 14 partidos, a vitória de ACM Neto deu ânimo a antigos nomes do "carlismo", como ficou conhecido o grupo político do avô dele.
Paulo Souto, ex-governador e atual secretário municipal da Fazenda de Salvador, disse que o "carlismo" sempre soube se renovar. "A verdade é que a figura de Antonio Carlos, que é vista com dificuldade pelos mais novos do grupo, sempre soube fazer uma invejável renovação política", afirmou.
O prefeito não se irrita ao ser questionado se está preparado para passar a vida inteira respondendo a ações do avô. Ele diz que nunca quis e nem poderia se desvincular do senador.
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