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Porto Alegre, segunda-feira, 31 de outubro de 2016. Atualizado às 16h53.

Jornal do Comércio

Economia

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conjuntura

Alterada em 31/10 às 17h55min

Dados da confiança dos serviços sinalizam atividade fraca no 4º tri, diz FGV

A calibragem das expectativas de empresários do setor de serviços junto a uma melhora ainda irregular na avaliação sobre a situação atual apontam que a atividade econômica não deve apontar retomada no último trimestre de 2016, segundo Silvio Sales, consultor do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) e responsável pela Sondagem de Serviços.
O Índice de Confiança de Serviços (ICS) recuou 1,7 ponto na passagem de setembro para outubro, para 78,9 pontos, após sete altas consecutivas. Nove entre as 13 atividades pesquisadas registraram recuo na confiança. O Índice de Situação Atual (ISA-S) avançou 0,7 ponto, para 71,5 pontos, enquanto o Índice de Expectativas (IE-S) diminuiu 4,3 pontos, para 86,7 pontos.
"Esses números sinalizam que esse último trimestre também vai ser fraco. As projeções que estão sendo refeitas mostram que a reação que era esperada este ano está sendo adiada, como esse processo de recuperação não fosse mais começar em 2016, tivesse ficado para 2017", avaliou Sales.
O consultor do Ibre/FGV acredita que a redução na confiança é reflexo de um ajuste natural nas expectativas, após meses de avanços expressivos. De março a setembro, o Índice de Expectativas saltou 22,1 pontos.
"O ISA ficou praticamente parado nesse mesmo período. Um cenário mais favorável seria que esse ajuste de expectativas viesse mais suave e acompanhado de um crescimento mais expressivo da avaliação sobre a situação atual, mantendo o índice próximo da estabilidade", observou Sales. De março a setembro, o ISA cresceu apenas 1,3 ponto.
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