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Porto Alegre, segunda-feira, 31 de outubro de 2016. Atualizado às 11h08.

Jornal do Comércio

Economia

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Empresas

Fibria reverte prejuízo e registra lucro de R$ 32 milhões no 3º trimestre

A Fibria registrou lucro líquido de R$ 32 milhões no terceiro trimestre de 2016, revertendo assim o prejuízo de R$ 601 milhões no mesmo período do ano passado. Na comparação com o segundo trimestre deste ano, o lucro recuou 96%.

O Ebitda (Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado somou R$ 758 milhões de julho a setembro de 2016, uma queda de 51% ante igual intervalo de 2015 e de 18% contra o segundo trimestre deste ano. A margem Ebitda pro-forma ficou em 37%.

No terceiro trimestre de 2016, a receita líquida totalizou R$ 2,3 bilhões, uma queda de 18% contra o ano passado e de 4% na comparação com o período de abril a junho deste ano.

O resultado financeiro líquido ficou negativo em R$ 203 milhões no terceiro trimestre de 2016, ante um valor também negativo de R$ 2,357 bilhões no ano passado e um resultado positivo de R$ 1,095 bilhão no segundo trimestre de 2016.

Produção de celulose

De julho a setembro de 2016, a Fibria produziu 1,311 milhão de toneladas de celulose, uma leve alta de 3% na comparação com o mesmo período do ano passado. Já na comparação com o segundo trimestre deste ano, a produção subiu 2%.

Segundo o informe de resultados da Fibria, o aumento da produção ante o trimestre exatamente anterior ocorreu em função de um dia a mais no período, 92 contra 91, e melhor desempenho industrial, parcialmente compensado pela parada para manutenção da fábrica Veracel.

Em relação às vendas, no terceiro trimestre de 2016 houve um crescimento de 11% na comparação com o mesmo período do ano passado, para 1,442 milhão de toneladas. Contra o segundo trimestre deste ano, o avanço foi de 7%.

Para o mercado externo foram destinadas 1,293 milhão de toneladas de celulose, expansão de 10% na comparação com o terceiro trimestre do ano passado e de 7% contra o intervalo de abril a junho deste ano.

Assim como ocorrido no segundo trimestre deste ano, as vendas foram incrementadas com o contrato de comercialização com a Klabin. A Europa correspondeu a 35% das exportações, seguida pela Ásia, com 31%, América do Norte (24%) e América Latina (10%).
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