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Porto Alegre, sexta-feira, 28 de outubro de 2016. Atualizado às 16h28.

Jornal do Comércio

Economia

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Alterada em 28/10 às 17h29min

Sadia Halal deve ser plataforma para novos investimentos e expansão, diz BRF

A subsidiária Sadia Halal pode ser a plataforma de novas aquisições e investimentos da BRF em um futuro próximo, segundo os executivos da empresa. Para eles, há um alto potencial de crescimento e a Malásia pode servir como uma plataforma de comércio global, já que faz parte de diversos acordos comerciais na região e possui reconhecido padrão de certificação halal.
Em outubro, a BRF anunciou a aquisição de 70% na processadora de alimentos da Malásia FFP - FFM Further Processing SDN BHD -, com um aporte de aproximadamente US$ 16 milhões. Em março, a companhia havia anunciado abertura de um escritório em Kuala Lumpur como plataforma para alcançar mercados consumidores muçulmanos. "Esse acordo é o primeiro passo para expandir nossa presença no país com produtos de maior valor agregado", disse o CEO, Pedro Faria.
A receita operacional líquida no Oriente Médio e Norte da África (Mena) da BRF totalizou R$ 1,562 bilhão no terceiro trimestre, uma queda de 2,4% na comparação com o trimestre anterior e de 6,9% ante igual trimestre de 2015, decorrente de uma queda de 3,3% nos volumes, em função da sazonalidade do período de verão e férias.
Na Ásia, a receita da BRF totalizou R$ 1,288 bilhão, alta de 68,5% na comparação com o terceiro trimestre do ano passado, principalmente em decorrência da integração da BRF Tailândia, superando as expectativas iniciais, e da expansão de volumes na China (novas plantas habilitadas) e no Sudeste Asiático.
Na Europa, a BRF afirma que está vivenciando um cenário bastante desafiador, com uma significativa deterioração dos resultados nesse último trimestre. Apesar dos volumes estáveis na região na comparação trimestral, a forte depreciação cambial da Libra (-15,2% entre os dois últimos trimestres) e do Rublo (-5,6%) ante o real, relacionada à saída do Reino Unido da União Europeia e ao cenário macroeconômico na Rússia, respectivamente, impactou negativamente a receita, que atingiu R$ 963 milhões no terceiro trimestre, queda de 14,3% ante o terceiro trimestre de 2015 e de 5,5% ante o segundo trimestre deste ano.
Já na divisão Latam, correspondente à atuação em outros países da América Latina, a receita recuou 2,5% na comparação anual, mas avançou 7,8% ante o trimestre anterior, para R$ 550 milhões, impulsionada por um crescimento de 12,3% do volume de vendas. A receita de África totalizou R$ 191 milhões no entre julho e setembro deste ano, uma redução de 4% ante o segundo trimestre do ano em função da apreciação do real, da perda de competitividade do Brasil na exportação de in-natura e maior pressão competitiva dos EUA e Europa, segundo a BRF.
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