Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, sexta-feira, 21 de outubro de 2016. Atualizado às 09h05.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Mercado Financeiro

Cobre recua, influenciado por dólar forte e preocupações com China

Os futuros de cobre operam em baixa em Londres e Nova Iorque na manhã desta sexta-feira (21), influenciados pela valorização do dólar ante outras moedas e preocupações com a demanda da China, o maior consumidor mundial de metais básicos.

Por volta das 8h25min (de Brasília), o cobre para três meses negociado na London Metal Exchange (LME) caía 0,3%, a US$ 4.636,00 por tonelada.

Na Comex, a divisão de metais da bolsa mercantil de Nova Iorque (Nymex), o cobre para dezembro tinha baixa marginal de 0,05%, a US$ 2,0955 por libra-peso, às 8h49 (de Brasília).

O chamado índice WSJ do dólar se fortalece nos negócios da manhã, tornando o cobre menos atraente para investidores que utilizam outras divisas.

Já o International Copper Study Group (ICSG) informou que houve um superávit de produção de 105 mil toneladas de cobre refinado em julho, devido principalmente à demanda chinesa mais fraca.

Entre janeiro e julho, as importações de cobre refinado da China tiveram expansão anual de 4%, a 565 mil toneladas. Apenas em julho, porém, as importações chinesas do metal atingiram o menor volume desde 2013, a 176 mil toneladas.

Analistas do Commerzbank, por sua vez, avaliam que recentes esforços de Pequim para conter o aquecimento do setor imobiliário poderão comprometer ainda mais a demanda chinesa por cobre.

Outros metais na LME não seguiam uma direção única. No horário acima, o alumínio recuava 0,1%, a US$ 1.615,50 por tonelada, o níquel recuava 0,9%, a US$ 10.035,00 por tonelada, o chumbo operava estável, a US$ 2.021 por tonelada, e o zinco caía 0,9%, a US$ 2.264,00 por tonelada, enquanto o pouco negociado estanho subia 0,4%, a US$ 19.925,00 por tonelada.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia