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Porto Alegre, terça-feira, 18 de outubro de 2016. Atualizado às 17h41.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 18/10 às 18h41min

Petróleo fecha em alta apoiado pelo enfraquecimento do dólar

Os contratos futuros de petróleo se recuperaram e fecharam em alta, nesta terça-feira (18), ao passo em que o dólar perde força e os participantes do mercado continuam a avaliar a viabilidade de um acordo de corte de produção proposto pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep).
O petróleo WTI para dezembro negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex) fechou em alta de US$ 0,25 (+0,49%), a US$ 50,62 por barril, enquanto o Brent para dezembro negociado na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres, subiu US$ 0,16 (+0,31%), para US$ 51,68 por barril.
Fundos de hedge e outros grandes administradores de dinheiro aumentaram suas apostas de que os preços do petróleo vão subir.
O petróleo também tomou impulso no enfraquecimento do dólar, que torna a commodity mais barata para compradores que negociam em moedas estrangeiras. Os preços têm avançado desde que o acordo da Opep foi anunciado. Muitos observadores dizem que as notícias têm sido amplamente precificadas e o mercado agora tem pouco combustível para sustentar o movimento.
"isso ficará errático até que tenhamos um definição mais clara das intenções da Opep", disse Jim Ritterbusch, presidente da Ritterbusch & Associates.
Analistas dizem que os comentários dos membros do cartel provavelmente continuarão a afetar os preços até a Opep se encontre de novo em 30 de novembro para definir os detalhes de seu acordo. Pistas de progresso sobre o acordo final ou sinais de intransigência entre os membros têm afetado o mercado nas últimas semanas.
Os preços de petróleo subiram mais cedo após o ministro das Finanças do Kuwait e ministro do petróleo do país, Anas Al Saleh, dizer que estava otimista sobre as perspectivas para um acordo e que os preços entre US$ 50 e US$ 60 eram "lógicos e aceitáveis".
Dados mostrando que as exportações de petróleo da Arábia Saudita caíram em agosto ao passo em que sua produção recuou desde julho também podem ter inspirado a confiança na disposição do país em cortar a produção, disseram os participantes do mercado.
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