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Porto Alegre, quinta-feira, 06 de outubro de 2016. Atualizado às 23h54.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado de Capitais

Notícia da edição impressa de 07/10/2016. Alterada em 06/10 às 21h07min

Fundos de investimento captaram R$ 73,6 bilhões no acumulado do ano

Cenário favorece produtos conservadores, disse Carlos Ambrósio

Cenário favorece produtos conservadores, disse Carlos Ambrósio


REPRODUÇÃO YOUTUBE ANBIMA/DIVULGAÇÃO/JC
A indústria brasileira de fundos de investimento registra, neste ano, sua maior captação de recursos, até o terceiro trimestre, desde 2013, atraindo R$ 73,6 bilhões, segundo balanço divulgado nesta quinta-feira pela Anbima, associação que reúne entidades do mercado de capitais. O resultado representa crescimento de 192% ante o mesmo período de 2015, quando a captação chegou a R$ 25,2 bilhões.
Após um segundo trimestre fraco, que gerou ingressos de apenas R$ 5,2 bilhões, os sintomas de estabilização econômica e política favoreceram a indústria de fundos no terceiro trimestre, levando a uma captação líquida de R$ 29,4 bilhões. O crescimento do patrimônio dos fundos foi quase todo provocado por apostas conservadoras em renda fixa e previdência privada (em sua maioria, também de renda fixa). "O ano segue apresentando uma série de desafios pela frente, o que gera volatilidade e, logo, favorece produtos mais conservadores", afirmou o vice-presidente da Anbima, Carlos Ambrósio. "Voltamos a trabalhar com patamares de captação bem melhores que os de 2015 e 2014, o que indica uma retomada de fôlego na indústria. Na renda fixa, houve um fluxo especial de investimentos vindo do segmento corporate (empresas), com as companhias melhorando sua liquidez e optando por esse tipo de aplicação. Mas também tivemos fluxos importantes vindos do varejo", destacou.
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