Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, terça-feira, 04 de outubro de 2016. Atualizado às 14h48.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Conjuntura

Alterada em 04/10 às 14h53min

Economia brasileira tem retração, mas irá se recuperar em 2017, prevê FMI

O Fundo Monetário Internacional (FMI) manteve a previsão de retração da economia brasileira este ano, mas com recuperação em 2017. A estimativa de queda do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, este ano, ficou em 3,3%, a mesma anunciada em julho. Para 2017, a previsão de crescimento foi mantida em 0,5%.
Na avaliação do FMI, a economia do Brasil permanece em recessão, mas a atividade parece estar perto de melhorar, à medida em que os efeitos dos choques passados - o declínio nos preços das commodities (produtos primários com cotação internacional), os ajustes dos preços administrados de 2015 e a incerteza política - se dissipam.
O FMI diz, ainda, que a economia brasileira está contraindo em ritmo mais moderado, a inflação está acima do teto da meta e a commodities".
No relatório, o FMI destaca que é preciso aumentar a confiança e os investimentos. Para o FMI, se forem adotadas as regras propostas de controle dos gastos e estabelecido um quadro de consolidação orçamentária de médio prazo será um forte sinal de compromisso da política. Posteriormente, diz o FMI, para reduzir os custos de fazer negócios é imperativo simplificar o código fiscal, reduzir as barreiras comerciais e combater as deficiências de infraestrutura.
O FMI não alterou as projeções para o crescimento da economia mundial: 3,1%, este ano, e 3,4%, em 2017. De acordo com o relatório, essas projeções refletem perspectivas de crescimento mais fracas para economias avançadas, depois do voto britânico para sair da União Europeia (Brexit) e a expansão menor do que esperada dos Estados Unidos.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia