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Porto Alegre, quarta-feira, 19 de outubro de 2016. Atualizado às 18h55.

Jornal do Comércio

JC Logística

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Ferrovia

Notícia da edição impressa de 20/10/2016. Alterada em 19/10 às 19h08min

Transnordestina, após 10 anos, ainda está na metade

Projetada para operar em 2010, obra não será concluída antes de 2020

Projetada para operar em 2010, obra não será concluída antes de 2020


ANTF/DIVULGAÇÃO/JC
Controlada pela siderúrgica CSN, a ferrovia Transnordestina, uma das grandes promessas do governo Lula, tem sido bancada basicamente por recursos federais. Até agora, 79% dos R$ 6,3 bilhões investidos na obra - que está seis anos atrasada e só concluiu metade do traçado - saíram dos cofres de órgãos públicos. A CSN colocou R$ 1,3 bilhão, metade financiada pelo Bndes.
Na estrutura societária, o poder público detém 50,98% do capital total e a siderúrgica, 49,02%. Pelas regras do contrato, apesar dessa equação, o controle da ferrovia continua nas mãos da empresa de Benjamin Steinbruch. "É uma obra pública transvestida de concessão", diz o presidente da consultoria InterB, Claudio Frischtak.
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