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Porto Alegre, quinta-feira, 01 de setembro de 2016. Atualizado às 19h18.

Jornal do Comércio

Política

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Crise Política

01/09/2016 - 18h32min. Alterada em 01/09 às 19h21min

PSDB vai ao STF contra direitos políticos de Dilma

O senador Álvaro Dias (PV-PR) já entrou nesta quinta-feira (1), com um mandado no STF

O senador Álvaro Dias (PV-PR) já entrou nesta quinta-feira (1), com um mandado no STF


Moreira Mariz/Agência Senado/JC
O PSDB vai entrar nesta sexta-feira (2), com um mandado de segurança no Superior Tribunal Federal (STF) para reverter a decisão do Senado de permitir que a ex-presidente Dilma Rousseff exerça funções públicas. O recurso será assinado também pelo DEM.
Após a votação que cassou o mandato da petista no Senado, dezesseis dos 61 senadores que defenderam o afastamento definitivo optaram por manter os direitos políticos de Dilma.
Os tucanos querem impedir a divisão da votação da pena de Dilma Rousseff em duas partes. Na primeira, cassou-se o mandato, mas a segunda garantiu o direito dela de exercer funções públicas.
O senador Álvaro Dias (PV-PR) já entrou nesta quinta-feira (1), com um mandado no STF. "Abriu-se um precedente perigoso ao se impor a segunda votação. A Constituição não dá base a interpretações. Ela diz: cassação com suspensão dos direitos políticos por oito anos. Não precisa ser jurista, basta saber ler", disse o senador à reportagem.
O PSDB cogitou na última quarta-feira (31), recorrer ao STF, mas os advogados da sigla temeram que isso poderia prejudicar a votação principal. Como Dilma entrou com uma ação questionando a votação inteira, os tucanos avaliaram que o assunto já entraria na pauta.
A decisão do Senado de permitir que a ex-presidente Dilma Rousseff assuma cargo público mesmo após cassada causou crise na base aliada de Michel Temer. Parlamentares do PSDB e do DEM acusaram o PMDB de ter feito um acordo para "livrar" Dilma e amenizar sua pena por crime de responsabilidade.
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