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Porto Alegre, terça-feira, 13 de setembro de 2016. Atualizado às 22h29.

Jornal do Comércio

Opinião

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Artigo

Notícia da edição impressa de 14/09/2016. Alterada em 13/09 às 21h46min

Queremos soluções para a violência

Jocelin Azambuja
A insegurança tomou conta dos rio-grandenses. Que triste para um governo que só soube se lamentar e dizer que não tinha dinheiro. Agora toma algumas atitudes, pediu a Força Nacional e algumas medidas para o futuro, nomeou um novo secretário, mas sem outras essenciais.
Quase dois anos perdidos, todos esperávamos que no primeiro mês o governo tivesse encaminhado a Assembleia propostas concretas para diminuir o tamanho do Estado, com a extinção de estatais, como a EGR, FDRH, Cesa, e outras, não o fez e ainda nomeou cerca de 2.000 CCs! Claro que assim não sobrou dinheiro para a Segurança, Educação e Saúde.
Se tivesse nomeado a metade desses CCs, proposto ao Poder Judiciário o mesmo, já teríamos, com certeza, no mínimo, mais de 4.000 policiais nas ruas, concluído e ocupado presídios para o Judiciário não soltar presos alegando falta de vagas e os bandidos voltarem às ruas para matar inocentes. Chegamos ao absurdo, presos determinando suas audiências. Está na hora de medidas fortes para recuperar o tempo perdido. Os Poderes têm que agir, diminuindo CCs, cortando estatais, revendo o número de oficias da BM e aposentadorias especiais, cobrar do governo federal que continue a ação de fronteiras, como fez nas Olimpíadas, bloqueando a entrada de drogas e armas no Estado e construindo presídio federal.
A seguir, ações na área de Educação, deixando de ser propriedade de partidos para ser bem maior da sociedade, lutar para federalizar o salário de professores e funcionários de escolas, para termos recursos e melhorar a qualidade, tornando-as de turno integral com infraestrutura esportiva, dando oportunidades aos jovens de serem cidadãos de fato e não vítimas do crime ou criminosos aliciados pelas quadrilhas.
Governador, tome atitudes fortes e imediatas, não paliativas! Para que a morte da mãe na frente de uma escola e de tantas outras vítimas da violência não tenham sido em vão. Os rio-grandenses merecem viver e em paz.
Advogado
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