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Porto Alegre, quarta-feira, 28 de setembro de 2016. Atualizado às 14h13.

Jornal do Comércio

Internacional

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ESTADOS UNIDOS

Alterada em 28/09 às 14h14min

Obama pede que eleitores dos EUA deem mais crédito a Hillary

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, defendeu a candidata de seu Partido Democrata na campanha pela sucessão dele. Na opinião de Obama, as pessoas no país não dão crédito suficiente à ex-secretária de Estado Hillary Clinton, o que dificulta o trabalho dela na campanha contra o republicano Donald Trump.
Em entrevista a uma rádio que foi ao ar nesta quarta-feira, Obama disse se sentir frustrado com a relutância dos eleitores norte-americanos em dar crédito a Hillary. Na avaliação do presidente, isso ocorre em parte porque "ela tem estado por aí há muito tempo" e possivelmente também pois os EUA nunca tiveram antes uma mulher presidente.
Obama afirmou que o próprio legado está em jogo nas urnas neste ano. Para ele, tudo que o governo conseguiu nos últimos oito anos está em jogo agora. O presidente disse que Trump "basicamente admitiu" no primeiro debate que não pagou impostos. Ele disse que Trump revelou que não pagou para pessoas que trabalharam para ele. Obama acusou ainda o candidato republicano de insultar as mulheres durante e após o debate desta semana.
Hillary faz campanha nesta quarta-feira em New Hampshire, ao lado do senador Bernie Sanders, que foi seu rival nas primárias pela indicação democrata. Hillary busca mostrar a unidade do partido e tem a intenção também de avançar sobre o eleitorado jovem, que ficou entusiasmado com Sanders durante as primárias. Além disso, a primeira-dama Michelle Obama faz campanha para Hillary na Pensilvânia.
Trump, por sua vez, faz campanha no Illinois, em Iowa e em Wisconsin. Segundo a campanha republicana, foram arrecadados US$ 18 milhões no dia seguinte ao debate da segunda-feira.
O empresário reluta em divulgar dados sobre seus impostos, o que gera críticas dos democratas. Durante o debate, Trump disse que foi esperto por não pagar impostos federais durante alguns anos. Desde 1976, todos os candidatos dos dois principais partidos divulgaram seus dados tributários durante a campanha. 
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