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Porto Alegre, quinta-feira, 29 de setembro de 2016. Atualizado às 10h33.

Jornal do Comércio

Economia

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conjuntura internacional

Alterada em 29/09 às 10h36min

PIB do 2º trimestre dos EUA é revisado de alta de 1,1% para +1,4%

O Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos teve crescimento de 1,4%, na taxa anualizada e sazonalmente ajustada, informou o Departamento do Comércio nesta quinta-feira, na terceira e última estimativa do dado. O resultado é melhor que o avanço de 1,1% calculado na leitura anterior e também ficou acima da previsão dos analistas ouvidos pelo Wall Street Journal, de alta de 1,3%.
Os números confirmam, porém, uma desaceleração no crescimento econômico nos EUA no primeiro semestre. No primeiro trimestre de 2016, o avanço foi de 0,8%. O resultado do segundo trimestre mostra portanto uma aceleração, mas ainda fica abaixo da média de 2% que o país tem registrado desde o fim da recessão em meados de 2009. O ritmo atual da expansão no país é o mais lento desde 1949.
O avanço do PIB ficou abaixo do ritmo de 1,5% por três trimestres consecutivos. Muitos economistas preveem, contudo, uma aceleração nos próximos meses, o que fará a alta do PIB ao menos voltar para o crescimento médio registrado durante o segundo semestre. Dirigentes do Federal Reserve, o banco central norte-americano, projetam que a economia do país cresça 1,8% em todo o ano de 2016.
O relatório do PIB mostrou que uma medida dos gastos das empresas, o investimento em ativos fixos não residenciais, subiu 1%, o que reverteu uma queda de 0,9% antes calculada. A revisão em alta ocorreu por ter havido um declínio muito menor nas estruturas de investimento que o antes estimado e também um aumento nos investimentos em propriedade intelectual.
Os gastos dos consumidores, que representam cerca de dois terços da produção total, cresceram 4,3% no segundo trimestre. O investimento em ativos fixos residenciais, que inclui construções de residências e reformas, recuou a um ritmo de 7,7% no segundo trimestre. Antes, esse dado vinha sendo um dos motores no crescimento desde 2014. Os gastos do governo recuaram 1,7% no segundo trimestre.
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