Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, sexta-feira, 23 de setembro de 2016. Atualizado às 17h53.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

recall

Alterada em 23/09 às 17h57min

Fabricantes de veículos convocaram 68 recalls só no 1º semestre, diz Senacon

Agência O Globo
As fabricantes de veículos automotivos tiveram que chamar 68 recalls somente no primeiro semestre de 2016. O número equivale a quase 60% do que foi registrado no ano passado, quando ocorreram 114 campanhas desse item, segundo dados da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon). Segundo o levantamento, mais de 900 mil automóveis, caminhões e motocicletas foram alvos de recall este ano.
A maior parte dos alvos de recall são automóveis. Só neste ano, foram 865 mil ou 92% do total. Eles são seguidos por motocicletas (8%) e caminhões (0,32%), nesta ordem. Segundo o relatório, entre 2013 e 2016 os principais motivos que levaram à recalls foram problemas com airbag, que representaram quase um terço (26%) de todas as campanhas. Em seguida estão freios (17%), sistema de combustível (16%), motor (11%) e direção (9%).
Conforme os dados da secretaria, o número de recalls de veículos vem crescendo ano a ano. Para se ter uma ideia, em 2013 houve 70 campanhas. Em 2014, foram 88. Em 2015, as 144 campanhas envolveram 2,8 milhões de carros que foram chamados por conta de um erro de fabricação. Isso equivale a quase metade de tudo o que foi produzido naquele ano, 43%.
Na avaliação da Senacon, o aumento do número de campanhas de chamamento é resultado de uma atuação articulada entre a secretaria e o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) para a garantia de segurança dos veículos que rodam no Brasil.
"Desde 2010, uma Portaria Conjunta (Portaria Conjunta n. 69/2010) dos órgãos regulamenta a necessidade de que qualquer defeito nos veículos deve ser amplamente comunicado aos consumidores para que sejam adotadas as medidas corretivas necessárias. A partir de então, verifica-se um aumento no número de campanhas de chamamento de produtos no Brasil, realizados, na maioria das vezes, por iniciativa dos próprios fornecedores de veículos", diz o estudo.
O boletim de recalls é publicado anualmente pela Senacon desde 2013. De acordo com a secretaria, as campanhas de veículos são responsáveis, em média, por 77% de todos os recalls do país. Em 2016 essa proporção foi ainda maior: 86% dos 79 chamamentos registrados neste ano foram de veículos.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia