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Porto Alegre, quinta-feira, 22 de setembro de 2016. Atualizado às 10h53.

Jornal do Comércio

Economia

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Conjuntura

22/09/2016 - 09h52min. Alterada em 22/09 às 10h54min

IPCA-15 desacelera e varia 0,23% em setembro, revela IBGE

A batata-inglesa foi o principal alimento que contribuiu para a desaceleração do índice

A batata-inglesa foi o principal alimento que contribuiu para a desaceleração do índice


MARCO QUINTANA/JC
A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15) registrou alta de 0,23% em setembro, após subir 0,45% em agosto. O resultado, divulgado na manhã desta quinta-feira (22), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ficou abaixo do piso das estimativas dos analistas do mercado financeiro, que esperavam inflação entre 0,25% e 0,41%, com mediana de 0,33%.
A alta registrada em setembro foi o menor resultado desde agosto de 2014, quando a inflação foi de 0,14%. Quando considerados apenas os meses de setembro, a taxa foi a menos acentuada desde 2009, quando o IPCA-15 ficou em 0,19%.
Com o resultado anunciado nesta manhã pelo IBGE, o IPCA-15 acumula aumento de 5,90% no ano. A taxa acumulada em 12 meses até setembro foi de 8,78%, informou ou instituto.
A maior contribuição para a desaceleração da inflação foram os preços de alimentação e bebidas, que ficaram mais baratos. De agosto para setembro, a variação passou de um aumento de 0,78% para uma queda de 0,01%.
Entre os alimentos que se apresentaram em queda e contribuíram para conter a taxa, destacam-se: batata-inglesa (-14,49%), cebola (-12,30%), feijão-carioca (-6,05%), hortaliças (-6,03%) e leite longa vida (-4,14%).
Por outro lado, o preço das frutas subiu forte: 4%. Outra contribuição partiu do grupo transporte, que recuou 0,10%, influenciado pelos preços das passagens aéreas, que ficaram 2,3% mais em conta.  A gasolina também teve redução de preço (-0,75%), assim como o conserto de automóvel (-0,59%) e automóvel usado (-0,55%).
O cigarro, do grupo Despesas Pessoais (0,60%), também contribuiu para conter a taxa do mês, pois recuou (-1,55%) devido à redução do preço de algumas marcas.
Habitação (de -0,02% em agosto para 0,48% em setembro) e Vestuário (de -0,13% para 0,49%) foram os dois grupos com aumento na taxa de um mês para o outro. No grupo Habitação, os destaques foram gás de botijão (1,35%) e condomínio (0,90%). Já em Vestuário sobressaíram-se os itens roupa masculina (0,86%) e calçados (0,56%).
Com informações da Agência Estado.
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