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Porto Alegre, quinta-feira, 22 de setembro de 2016. Atualizado às 08h43.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Petróleo sobe com queda nos estoques dos EUA e dólar enfraquecido

Os futuros de petróleo operam em alta na manhã desta quinta-feira (22), ampliando os fortes ganhos da sessão anterior, favorecidos por dados sobre estoques dos EUA e pela tendência de desvalorização do dólar desde o anúncio de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA).

Às 8h26min (de Brasília), o Brent para novembro subia 0,81% na IntercontinentalExchange (ICE), a US$ 47,21 por barril, enquanto o WTI para o mesmo mês avançava 1,04% na New York Mercantile Exchange (Nymex), a US$ 45,81 por barril. Nos negócios de quarta-feira, o Brent e o WTI tiveram valorização de 2,07% e 2,93%, respectivamente.

Ontem, o Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês) norte-americano estimou que o volume de petróleo bruto estocado nos EUA sofreu uma expressiva queda de 6,2 milhões na semana passada, no terceiro declínio consecutivo. Num total de 504,6 milhões de barris, os estoques de petróleo bruto atingiram na última semana o menor nível desde 12 de fevereiro, embora ainda estivessem 11% acima dos níveis de um ano antes, informou o DoE.

Além disso, o chamado índice WSJ do dólar se enfraquece nos negócios da manhã, pressionado pela decisão do Fed, anunciada ontem à tarde, de manter seus juros básicos inalterados. O dólar desvalorizado torna o petróleo mais atraente para operadores que utilizam outras moedas.

Os investidores também especulam sobre um possível acordo para o congelamento da produção de petróleo, com o objetivo de impulsionar os preços da commodity.

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e grandes produtores de fora do grupo terão conversas informais na próxima quarta-feira (28), no último dia de uma conferência internacional de energia na Argélia, para discutir possíveis limites à produção. Um delegado da Opep afirmou hoje o Iraque dará seu apoio a um eventual pacto.

O Iraque, que é o segundo maior produtor de petróleo da Opep, tem frequentemente sido visto como um possível impedimento a um acordo, uma vez que sua produção tem disparado e o país precisa de receita para continuar combatendo o Estado Islâmico.
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