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Porto Alegre, segunda-feira, 19 de setembro de 2016. Atualizado às 16h38.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 19/09 às 16h40min

Ouro fecha em alta, reagindo após tocar a mínima em duas semanas

O ouro fechou em alta nesta segunda-feira, beneficiado pelo enfraquecimento do dólar. Além disso, investidores aguardaram as decisões de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) e do Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês).
O ouro para dezembro negociado na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), fechou em alta de 0,6%, a US$ 1.317,80 a onça-troy. Com isso, o metal interrompeu uma sequência de dois dias negativos, que levou o metal a atingir a mínima desde 2 de setembro.
O dólar ficou mais fraco durante o pregão desta segunda-feira. O ouro é cotado na divisa dos EUA e nesse caso ele fica mais barato para os detentores de outras moedas.
Analistas do Commerzbank destacaram em nota que a semana terá eventos importantes para o mercado do ouro. Segundo os economistas, é esperado que o Fed não eleve os juros agora, diante de indicadores recentes mais fracos nos EUA, porém há certa dúvida no mercado. Além disso, investidores aguardam as notícias do BoJ e seus possíveis impactos para a economia japonesa e global.
A grande maioria dos operadores não espera que o Fed eleve os juros nesta semana, porém declarações de alguns dos dirigentes do banco central dos EUA geraram certa cautela. A chance de uma alta nos juros pressiona o ouro, enquanto as taxas baixas beneficiam o metal, que não paga retorno e enfrenta dificuldades em competir com ativos que pagam retorno no caso de elevação dos custos de empréstimo.
"Ainda é improvável que o Fed atue em setembro mas, se eles surpreenderem, o mercado não está preparado", disse Peter Hug, diretor global de negociações da Kitco Metals.
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