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Porto Alegre, segunda-feira, 19 de setembro de 2016. Atualizado às 11h03.

Jornal do Comércio

Economia

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Indústria

19/09/2016 - 11h03min. Alterada em 19/09 às 11h05min

Abimaq aponta que desindustrialização continua se agravando no Brasil

Dirigente da Abimaq cobrou mendidas urgentes de proteção da indústria nacional

Dirigente da Abimaq cobrou mendidas urgentes de proteção da indústria nacional


MARCO QUINTANA/JC
O processo de desindustrialização no Brasil continua se agravando e o governo precisa tomar medidas no sentido de prover competitividade à indústria, disse nesta segunda-feira (19) o presidente do Conselho de Administração da Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), João Carlos Marchesan.
"A crise no setor de máquinas e equipamentos é grave. A queda do faturamento em relação a 2013 é de 50%. Nas últimas semanas tivemos várias reuniões com o governo e apresentamos nossos pleitos", afirmou Marchesan, na abertura do 2º Congresso Brasileiro da Indústria de Máquinas e Equipamentos.
Segundo ele, são necessárias medidas urgentes de proteção da indústria nacional. "O momento é adequado de se aprender com os erros do passado", comentou.
Para se falar em retomada da economia, o presidente do Conselho da associação afirmou que os olhares estão para o ajuste fiscal, com foco no estabelecimento de um teto para as despesas públicas, equacionamento do déficit da previdências e modernização da relação entre o capital e o trabalho. "Apoiamos o esforço do governo e do congresso para aprovar as medidas necessárias. O ajuste das contas públicas é condição para a retomada do crescimento", disse.
Marchesan conta que a Abimaq contratou uma pesquisa junto a Serasa, que mostrou que 75% das empresas do setor, de um universo de 7.500 companhias, tem algum tipo de pendências com o Fisco. "Defendemos que juntamente com o ajuste o governo traga medidas de política industrial, para o setor produtivo melhorar as margens e produção", destacou.
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