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Porto Alegre, terça-feira, 13 de setembro de 2016. Atualizado às 19h14.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 13/09 às 19h18min

Dólar sobe em Nova Iorque com fluxo cambial e queda do petróleo

O dólar se fortaleceu nesta terça-feira (13), ante as principais moedas e emergentes em dia de fuga dos investidores dos mercados acionários, diante do aumento dos juros dos Treasuries, após um leilão de títulos de 30 anos com demanda fraca, queda do petróleo e apoiado ainda por uma recuperação.
Os rendimentos historicamente baixos em grande parte dos países desenvolvidos têm aumentado a procura externa de títulos do Tesouro dos EUA, fazendo com que o dólar fique mais sensível aos movimentos das taxas de juros, disse Juan Perez, um operador de câmbio da Tempus.
A "correlação positiva entre o dólar e os rendimentos é realmente apenas um resultado das taxas de juros serem baixas em qualquer outro lugar", disse Perez. Pouca demanda dos títulos significa menos dólares no mercado e, consequentemente, alta da moeda.
O índice do dólar que mede os ganhos frente a uma cesta de outras seis moedas rivais subiu 0,6%. No fim da tarde, a moeda americana subia a 102,66 ienes, o euro caía a US$ 1,1217 e a libra caía a US$ 1,3196.
A queda do petróleo também contribuiu para a retração das moedas ligadas a commodities. Ante o peso mexicano, por exemplo, o dólar avançou a 19,0931 pesos mexicanos. Além disso, a divisa americana passou por um ajuste depois de ter caído ontem, após comentários "dovish" (favoráveis à manutenção de juros) da diretora do Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA) Lael Brainard.
Em seu discurso, Brainard disse que o Fed precisava ficar com uma política acomodatícia para proteger a economia do baixo crescimento em um ambiente de baixa inflação que assola a Europa e o Japão.
No entanto, o impacto dessas observações começaram a diminuir nesta terça-feira, com os investidores julgando que elas tiveram pouca influência sobre as suas expectativas para a política do Fed, que se reunirá na semana que vem para decidir sua política monetária. A reunião ocorre nos dias 20 e 21.
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