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Porto Alegre, terça-feira, 13 de setembro de 2016. Atualizado às 15h26.

Jornal do Comércio

Economia

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comércio exterior

13/09/2016 - 15h16min. Alterada em 13/09 às 15h27min

Exportações gaúchas têm alta de 9,7% em agosto, aponta Fiergs

Exportações gaúchas têm alta de 9,7% em agosto, influenciadas por veículos e tabaco

Exportações gaúchas têm alta de 9,7% em agosto, influenciadas por veículos e tabaco


FREDY VIEIRA/JC
Com um maior número de dias úteis em agosto deste ano (23) na comparação com 2015 (21), as exportações totais no Rio Grande do Sul alcançaram US$ 1,75 bilhão no último mês, alta de 9,7% em relação ao mesmo período do ano passado. O desempenho da balança gaúcha, divulgado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), nesta terça-feira (13), também foi puxado pelas commodities, que somaram US$ 582 milhões, um crescimento de 16,4%; e pela indústria de transformação, com US$ 1,16 bilhão (+8%).
Em nota, o presidente da Fiergs, Heitor José Müller, comentou os números. "Seguimos enfrentando dificuldades para aumentar nossas vendas no exterior. A valorização da taxa de câmbio desde o início do ano, a queda relevante da demanda de alguns mercados, como Venezuela e Rússia, e a persistência do crescimento dos custos de produção são alguns dos elementos que preocupam o setor exportador gaúcho", alertou. Por meio do cálculo do valor médio exportado pelo total de dias úteis, a indústria acabou embarcando menos nessa base de comparação: queda de 1,4%.
A maioria das categorias do setor secundário no Rio Grande do Sul registrou aumento em suas operações de exportação no mês: 12 cresceram, seis caíram e cinco permaneceram estáveis. As principais influências positivas vieram de Veículos Automotores, Reboques e Carrocerias (50,8%), Tabaco (48,5%) e Alimentos (11,7%). Por sua vez, Celulose e Papel (-31,5%) e Produtos Químicos (-27,7%) exerceram as maiores contribuições negativas.
No acumulado do ano entre janeiro e agosto, as mais fortes perdas na indústria ficaram por conta de Produtos Químicos (-12,1%), Alimentos (-9,2%) e Máquinas e Equipamentos (-8,6%). O destaque positivo segue com Celulose e Papel (173%).
As importações, por sua vez, tiveram uma elevação de 13,8%, somando US$ 835 milhões. Foi a primeira subida na comparação interanual depois de 20 meses consecutivos de recuo. Na classificação por categoria de uso, as compras de Bens Intermediários foram o principal destaque (63,9%). Por outro lado, Combustíveis e Lubrificantes (-69,8%) e Bens de Capital (-45,4%) sofreram fortes retrações.
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