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Porto Alegre, terça-feira, 13 de setembro de 2016. Atualizado às 13h10.

Jornal do Comércio

Economia

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varejo

13/09/2016 - 10h43min. Alterada em 13/09 às 10h43min

Vendas do comércio varejista caem 0,3% entre junho e julho

O segmento de vestuário foi um dos que apresentou queda no período

O segmento de vestuário foi um dos que apresentou queda no período


MARCO QUINTANA/JC
Agência Brasil
O volume de vendas no comércio varejista caiu 0,3% na passagem de junho para julho deste ano. A queda veio depois de uma alta de 0,3% na passagem de maio para junho. Os dados da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) foram divulgados nesta terça-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Também foram registradas quedas em outros quatro tipos de comparação: média móvel trimestral (-0,3%), em relação a julho de 2015 (-5,3%), no acumulado do ano (-6,7%) e no acumulado de 12 meses (-6,8%).
Dos oito setores pesquisados pelo IBGE, seis tiveram queda no volume de vendas entre junho e julho, com destaque para tecidos, vestuário e calçados, com recuo de 5,9%. Também tiveram quedas, os segmentos de combustíveis e lubrificantes (-0,3%), supermercados, alimentos, bebidas e fumo (-0,3%), móveis e eletrodomésticos (-1%), livros, jornais, revistas e papelaria (-1,2%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,9%).
Por outro lado, tiveram alta os segmentos de equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (5,9%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (0,7%).
Considerando-se também os segmentos de veículos e peças e de materiais de construção, ou seja, o chamado varejo ampliado, houve queda de 0,5% entre junho e julho. Os veículos, motos e peças tiveram recuo de 0,3% nas vendas, enquanto os materiais de construção caíram 2,5%.
A receita nominal do comércio varejista avançou em todos os tipos de comparação: entre junho e julho (0,7%), média móvel trimestral (0,7%), em relação a julho de 2015 (6,7%), no acumulado do ano (4,9%) e no acumulado de 12 meses (3,7%).
No varejo ampliado, a receita nominal cresceu 0,7% entre junho e julho e 0,5% na média móvel trimestral. No entanto, recuou 1,3% na comparação com julho de 2015, 0,8% no acumulado do ano e 2,1% no acumulado de 12 meses.
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Comentários
Miesco Gdynski 13/09/2016 12h59min
Hoje será alterado o modelo de exploração do petróleo brasileiro e forçosamente teremos que importar o nosso próprio combustível. Claro, os preços da gasolina e óleo diesel deverão ter um aumento significativo, o que repercutirá no preço dos transportes e aumento dos preços em geral. Imaginem a gasolina sendo vendida a R$ 10,00 o litro...nEspera-se, então, que o comércio, além da população sejam os mais atingidos, pois, a inflação terá um aumento brutal, mesmo que seus índices sejam manipulados.nEssa foi a nossa escolha: por que viver bem se podemos viver com pior? Não é?n