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Porto Alegre, quarta-feira, 07 de setembro de 2016. Atualizado às 10h20.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 07/09 às 10h22min

Bolsa de Tóquio fecha em queda pressionada por dado dos EUA e ceticismo com BoJ

A Bolsa de Tóquio fechou em queda nesta quarta-feira pressionada pelo dado fraco do setor de serviços nos EUA, divulgado ontem, e diante do crescente ceticismo sobre a capacidade do Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês) de tomar medidas de flexibilização monetária, o que fez com que o iene operasse com força ante o dólar.
O índice Nikkei caiu 69,54 pontos, ou 0,4%, a 17.012,44 pontos, após um aumento de 0,3% na terça-feira.
Dados sobre o crescimento do setor de serviços nos EUA surpreenderam negativamente e apontaram para uma fraqueza na maior economia do mundo. Além disso, os dados levantaram dúvidas sobre possíveis aumentos das taxas de juros pelo Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA) no curto prazo, o que fez com que o dólar operasse com fraqueza frente a outras moedas, incluindo o iene. Divulgado ontem, o índice de gerentes de compras (PMI) do setor de serviços dos EUA elaborado pelo Instituto para Gestão de Oferta (ISM, na sigla em inglês) caiu a 51,4 em agosto, de 55,5 em julho. O resultado do mês passado ficou bem abaixo da expectativa de analistas consultados pelo The Wall Street Journal, que previam declínio menor do indicador, a 55,0.
Outro fator que impulsionou o iene foi uma notícia divulgada no jornal Sankei desta quarta-feira dizendo que o Conselho do BoJ está dividido sobre a direção da política monetária, alimentando ainda mais o ceticismo de que a autoridade monetária tomará mais medidas para acelerar a economia. A próxima reunião de política monetária do BoJ ocorre nos dias 20 e 21 de setembro.
Entre as maiores quedas, destaque para as ações do setor financeiro, que tendem a ser penalizadas em um ambiente de taxas de juros baixas. Houve também alguma expectativa de que o BoJ poderá mudar a sua operação de compra de títulos para permitir que a curva de rendimento suba, o que pode ajudar as empresas de seguros de vida e os bancos a melhorar suas margens. Ainda assim, os papéis da Dai-ichi Life Insurance caíram 3,9% e os do Mitsubishi UFJ Financial Group perderam 2,8%. 
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