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Porto Alegre, terça-feira, 06 de setembro de 2016. Atualizado às 17h14.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 06/09 às 17h19min

Ouro fecha em alta e atinge maior nível em duas semanas

Os contratos futuros de ouro fecharam em alta nesta terça-feira e chegaram ao nível mais alto em duas semanas, puxados por indicadores negativos da economia dos Estados Unidos. A interpretação dos investidores é de que o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) não deverá elevar os juros tão cedo e a percepção de que a economia não está tão saudável estimulou a busca por ativos considerados mais seguros, como o metal amarelo.
Com esse cenário, o contrato de ouro para dezembro, negociado na Comex, a divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), fechou em alta de 2,05%, a US$ 1.354,00 por onça-troy.
"Com as incertezas macroeconômica, sistêmica, geopolítica e monetária nos EUA e no mundo, nós provavelmente veremos o ouro subir ainda mais", afirmou Mark O'Byrne, diretor na GoldCore. Ele ressaltou ainda que agosto e setembro costumam ser meses vantajosos para o metal.
A incerteza apontada por O'Byrne ficou mais evidente com os indicadores dos EUA desta terça-feira. O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) do setor de serviços calculado pelo Instituto para Gestão de Oferta (ISM, na sigla em inglês) e o mesmo índice divulgado pela Markit apresentaram queda acentuada em agosto, mostrando uma desaceleração no setor e levantando dúvidas sobre o mercado de trabalho.
Além dos PMIs, o relatório de emprego (payroll) divulgado na sexta-feira passada reforça as dúvidas dos investidores. "O payroll jogou um balde de água fria nas expectativas de que o Fed elevaria os juros neste mês", disse o analista-chefe de mercado da ThinkMarkets, Naeem Aslam. 
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