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Porto Alegre, terça-feira, 06 de setembro de 2016. Atualizado às 08h08.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 06/09 às 08h14min

Bolsas asiáticas sobem, sustentadas por menor chance de alta de juros nos EUA

As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta nesta terça-feira (6), ainda sustentadas pela menor possibilidade de um novo aumento de juros nos EUA.
Desde sexta-feira (2), quando os EUA divulgaram números de criação de empregos mais fracos do que se previa, diminuíram as apostas de que o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) poderá voltar a elevar juros já a partir da reunião de política monetária deste mês.
Eventuais altas de juros nos EUA elevariam as chances de estrangeiros retirarem capital de países emergentes da Ásia.
Na China, o índice Xangai Composto subiu 0,61%, a 3.090,71 pontos, enquanto o menos abrangente Shenzhen Composto avançou 1,5%, a 2.048,19 pontos. Vários indicadores chineses de peso estão previstos esta semana, incluindo os últimos dados da balança comercial e de inflação.
Em outras partes da região asiática, o Nikkei mostrou leve alta de 0,26% em Tóquio, a 17.081,98 pontos, impulsionado por ações de bancos e montadoras, enquanto o Hang Seng avançou 0,58% em Hong Kong, a 23.787,68 pontos, a máxima da sessão, o sul-coreano Kospi subiu 0,31% em Seul, a 2.066,53 pontos, e o Taiex apresentou ganho de 1,01%, a 9.181,85 pontos.
O mercado filipino contrariou a tendência positiva do restante da Ásia e o índice PSEi caiu 0,58% em Manila, a 7.719,18 pontos, após o presidente dos EUA, Barack Obama, cancelar a primeira reunião que teria com o líder filipino, Rodrigo Duterte, numa rara ruptura diplomática. Analistas preveem que crescentes tensões entre os dois países podem afetar futuros acordos comerciais.
Na Oceania, a Bolsa de Sydney encerrou o dia com queda de 0,3% no S&P/ASX 200, a 5.413,60 pontos, depois que o banco central australiano (RBA, na sigla em inglês) decidiu manter seu juro básico na mínima histórica de 1,5%.
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