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Porto Alegre, segunda-feira, 05 de setembro de 2016. Atualizado às 14h23.

Jornal do Comércio

Economia

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Alterada em 05/09 às 14h26min

Endividamento das famílias gaúchas segue tendência de estabilidade, aponta Fecomércio-RS

A Fecomércio- RS divulgou, nesta segunda-feira (5), a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), apontando que, embora o indicador tenha aumentado em relação ao mesmo mês do ano passado, saindo de 52,5% para 56,6%, apresentou redução quando confrontado com julho deste ano (60,4%).
Segundo nota da Fecomércio,isso mostra a continuidade do processo de ajuste ao cenário mais restritivo por parte das famílias gaúchas. “O percentual de endividamento oscilou, mas não em magnitude suficiente para representar uma quebra na tendência de estabilidade observada recentemente e permanecendo próximo a sua média histórica”, afirma o presidente da instituição, Luiz Carlos Bohn.
O percentual de famílias com contas em atraso em agosto/2016 (20,2%) diminuiu em relação ao mesmo mês do ano passado (23,0%), e continua indicando uma interrupção no ciclo recente de alta da inadimplência. Já o índice de famílias que não terão condições de regularizar nenhuma parte de suas dívidas no horizonte de 30 dias atingiu 11,7% em agosto/2016, uma pequena queda em comparação com agosto do ano passado (11,9%), mas alta importante sobre julho último (6,5%). “Após dois meses de arrefecimento, o indicador volta a marcar percentual acima de 10%”, destaca Bohn.
De acordo com ele, a inadimplência também vem registrando sinais de contenção. Bohn ressalta, no entanto, que ainda não é possível caracterizar melhoras substanciais das condições das famílias gaúchas, tendo em vista a instabilidade do indicador que sinaliza a permanência em inadimplência. A PEIC mostra que a parcela da renda comprometida com dívidas teve leve alta em 12 meses, saindo de 32,0% em julho/2016, para 32,1% em agosto/2016.
Na mesma base comparativa, o tempo de comprometimento da dívida manteve-se em 7,6 meses. O cartão de crédito ainda é o principal meio de dívida dos gaúchos, apontado por 76,1% dos entrevistados, seguido por carnês (26,5%), financiamento de carros (13,7%) e crédito pessoal (11,3%).
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