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Porto Alegre, quinta-feira, 08 de setembro de 2016. Atualizado às 23h28.

Jornal do Comércio

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Edgar Lisboa

Repórter Brasília

Notícia da edição impressa de 09/09/2016. Alterada em 08/09 às 20h36min

Diesel adulterado

A quase inexistência de carros de passeio movidos a diesel não deixou o Brasil de fora do dieselgate, um escândalo em que a Volkswagen foi acusada de programar os motores movidos pelo combustível para emitir menos poluentes quando testados. No País, o único veículo a diesel da montadora é a picape Amarok, que deverá ter um recall ainda neste ano. O deputado federal gaúcho Jerônimo Goergen (PP) lembrou que os caminhões que rodam no Brasil são movidos a diesel e que é prática recorrente de caminhoneiros adulterar o motor para não perder potência. Ele apresentou projeto de lei criminalizando a prática. "Trata-se de uma fraude praticada por motoristas, transportadoras e oficinas mecânicas, com o objetivo de economizar, mas que coloca em risco tanto o meio ambiente quanto a saúde de milhões de brasileiros", disse.
Promoções a todos
As promoções de pacotes de serviços são uma arma para conseguir novos clientes. Só que, muitas vezes, aqueles que já pagam pelos serviços ficam de fora. O deputado federal gaúcho João Derly (Rede) apresentou projeto de lei para colocar a prática no rol daquelas consideradas abusivas. "Esse comportamento discriminatório - de punir aqueles que acreditaram e confiaram na empresa e já contribuem para o sucesso e lucratividade do empreendimento - é incompreensível sob o ponto de vista da imagem e da reputação comercial das prestadoras de serviços", afirmou.
Perseguição aos pobres
Pelo menos 570 mil famílias foram afetadas por um acórdão do Tribunal de Contas da União (TCU) que determinou a suspensão do acesso aos benefícios do Programa Nacional de Reforma Agrária a assentados acusados de enriquecimento ilícito. "Um assentado da reforma agrária não pode possuir um veículo, não pode estudar, se aperfeiçoar e passar num concurso público, não pode ser político. Essa decisão do TCU é uma verdadeira perseguição aos pobres deste País", disse o deputado federal gaúcho Marcon (PT).
Dever e heroísmo
"O futebol masculino tinha o dever de ganhar as Olimpíadas, até pela sua história e pelos investimentos que tem no Brasil", disse o deputado federal gaúcho José Stédile (PSB), antes de chamar atenção para a histórica falta de investimentos no futebol feminino. É tão esquecido no Brasil e é o segundo maior esporte nacional em número de praticantes", afirmou. E ainda lembrou que a seleção feminina fez o que fez sem dinheiro. "As meninas do futebol feminino foram heroicas. Foram heroicas, porque, sem investimento nenhum, só com a dedicação e o esforço pessoal de cada uma delas, o Brasil chegou aonde chegou."
 
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