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Porto Alegre, quinta-feira, 29 de setembro de 2016. Atualizado às 22h38.

Jornal do Comércio

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Affonso Ritter

Observador

Notícia da edição impressa de 30/09/2016. Alterada em 29/09 às 21h05min

A recuperação do PIB

Há um consenso nacional de que a crise da economia brasileira chegou ao fundo do poço e que na virada do ano vamos começar a sair do buraco, conclusão a que chegou também o economista Eduardo Starosta, da Federação das CDLs, que apresentou, nesta quinta-feira, um panorama da situação aos jornalistas. E é o que mostra a média das projeções do boletim Focus, do FMI e da OCDE, indicando -3,25% para o PIB deste ano e 0,52% para 2017. Posto isso, uma recuperação do PIB só poderá ocorrer a médio prazo. A curto prazo, em três anos, apenas para recuperar o PIB perdido, ele teria que crescer 2,34% ao ano. Se para recuperar e crescer 3% teria que ser 5,41% ao ano. E se para igualar o ritmo do crescimento da economia mundial nesta década, 11,15%, sempre ao ano.
Previdência social
O economista Eduardo Starosta fez também simulações sobre a Previdência Social. Para ele, nem recontratando os 12 milhões de desempregados se resolveria a crise. Teriam que ser quase 17 milhões, o que é inviável. Logo, ou se aumentam as contribuições ou o tempo de serviço.
Indústria gráfica
Empresário Ângelo Garbarski acaba de ser reeleito em chapa única para as entidades regionais do setor, sindicato e associação, tendo como vice Roque Noschang, de Terra de Areia, sinalizando com ele a continuidade de interiorização das atividades.
Maturidade Ativa
É neste sábado que o mundo celebra o Dia do Idoso. A propósito, o Sesc gaúcho desenvolve um programa chamado Maturidade Ativa, que potencializa o envelhecimento saudável, valorizando a terceira idade na sociedade. São mais de cinco mil atendidos por 70 grupos, ou 3,84% dos gaúchos acima de 60 anos.
Martelinho de Ouro
Instituto gaúcho Doctor Car fechou parceria com o Senai Pará para realizar, em Belém, um curso inédito sobre a técnica do Martelinho de Ouro de recuperação automotiva sem pintura. Na verdade, os alunos tiveram a chance de aprender uma nova profissão. Tanto que o instituto irá integrar a grade curricular do Senai Pará.
O futuro da indústria do plástico
As crescentes discussões sobre as ações da sociedade moderna em relação ao meio ambiente fazem um alerta à indústria. É preciso se preparar para o futuro, que terá como foco a redução dos impactos ambientais e das emissões de gases de efeito estufa. Atento a esse cenário, o setor plástico promove, dia 6 de outubro, na Pucrs, a segunda edição do Congresso Brasileiro do Plástico. Segundo o engenheiro Éverton Simões Van Dal, da Braskem, palestrante do evento, tecnologias como a Internet das Coisas, a impressão 3D e a biotecnologia estarão certamente presentes na cadeia do plástico. Elas aumentarão a produtividade e a eficiência operacional da cadeia como todo, além de contribuir para o aumento da sustentabilidade.
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