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Porto Alegre, quinta-feira, 29 de setembro de 2016. Atualizado às 21h38.

Jornal do Comércio

Colunas

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Carlos Pires de Miranda

Gastronomia

homem na cozinha

Notícia da edição impressa de 30/09/2016. Alterada em 29/09 às 17h06min

O maior sucesso da cozinha peruana

Em Lima, o ceviche é encontrado com a mesma facilidade com que se aqui se acha um cachorro-quente

Em Lima, o ceviche é encontrado com a mesma facilidade com que se aqui se acha um cachorro-quente


BUFFET SETE MARES /DIVULGAÇÃO/JC
Ainda são poucos, mas cresce o número de restaurantes peruanos em Porto Alegre. E mesmo os que não são especialistas atrevem-se a inserir em seus menus este best seller: o ceviche. Em Lima, ele é encontrado com a mesma facilidade com que se aqui se acha um cachorro-quente. Até no aeroporto limenho, mesmo em rápidas escalas, sempre dou uma escapada ao restaurante da ala internacional, para cumprir o dever de degustar um ceviche de frutos do mar. Esta receita explica direitinho a execução, dá para fazer em casa sem dificuldade.
Ceviche
Por chef Simon Calcin para Buffet 7 Mares
Ingredientes:
250g de tilápia
250g de salmão
suco de laranja
suco de limão
molho de soja
pimenta dedo
de moça
cebolinha fatiada
Modo de preparar:
1-Cortar os peixes em quadrados pequenos e colocá-los intercalados em um recipiente fundo. Picar bem a pimenta e saltear no peixe.
2- Em uma tigela, misturar sucos da laranja, de limão e molho de soja.
3-Derramar sobre os peixes e finalizar com cebolinha.
4- Se preferir, pode utilizar outros peixes, como atum ou prego.

O gaúcho que faz sucesso entre os paulistanos

Deck do Restaurante Tavares, em São Paulo
Deck do Restaurante Tavares, em São Paulo
CPM/DIVULGAÇÃO/JC
Há algumas semanas, em rápida circulada por São Paulo, decidimos seguir recomendação de uma amiga: almoçar no Tavares. O dono também é porto-alegrense, teve restaurante aqui (um japonês, na av. Mostardeiro) antes de transferir-se para a capital gastronômica do continente. Lá, descobriu um casarão no alto do Jardim Paulista, decorou os vários ambientes com peças de refinado gosto, vestiu informalidade em todos eles e tratou de bem aparelhar a cozinha.
Deu-se muito bem. Passava das 14h de uma sexta-feira quando chegamos, atravessamos o deck (foto), que recebe mais mesas em noites de calor, o espaço do pequeno empório, o acolhedor salão principal, ainda vislumbramos a cozinha exposta ao público e escolhemos ficar em um luminoso jardim de inverno. Poderíamos pedir a la carte, mas aceitamos sugestões do dia - sem arrependimento algum.
Cozinha competente e criativa (sim, revirei o menu enquanto esperávamos o almoço), como restou demonstrado pelo impecável filé de namorado com berinjela, abobrinha italiana e aspargos verdes grelhados, antecedido pela saladinha que está acima na foto. Outra amostra positiva foi o bacalhau (Gadus Moruha, é claro) à Brás, um clássico da culinária portuguesa, primorosamente executado. Nosso Pedro curtiu seu infalível filé com fritas, arroz, feijão e salada. A conta bateu em justos R$ 183,70, incluídos mineral, cafés e gorjeta.
O must do Tavares não conseguimos conhecer: o brunch de domingos. Mas qualquer hora é adequada, delicadezas de pâtisserie saem do forno a tarde inteira, dispostas a bem acompanhar um cremoso café, ou algo mais. Há noites em que o jazz, ao vivo, toma conta do ambiente. Tudo isso é o encantador Tavares: Av. Consolação, 3.212, tel. (11) 3064-0970. Aberto diariamente, das 11h30min à 0h (domingos, das 10h às 17h).

Celso Ishiy, sommelier de saquê

O diretor da Tradbras esclareceu as perguntas sobre o saquê
O diretor da Tradbras esclareceu as perguntas sobre o saquê
TRADBRAS /DIVULGAÇÃO/JC
Na esteira do sucesso de restaurantes japoneses pelo Brasil afora, o saquê até que demorou um pouco a pegar carona. Ultimamente as importadoras vêm divulgando a secular bebida. O diretor de uma delas (Tradbras) esclarece mais sobre o tema.
1. O saquê é a cachaça do Japão?
São bebidas de diferentes categorias: a cachaça é um destilado, o saquê é um fermentado de arroz. A criatividade do brasileiro nos deu a caipirinha de saquê; no Japão, ele pode integrar coquetéis, embora a versão premium, bebida pura, seja a mais famosa.
2. Existe mais de um tipo de saquê?
Não se trata de uma bebida genérica. Há mais de 1,8 mil fabricantes no Japão, produzindo perto de 40 mil rótulos, de diferentes tipos e classificações. Está a cada dia mais fácil encontrar muitos deles no Brasil.
3. Saquê combina só com comida japonesa?
Não, harmoniza-se com variadas culinárias, da italiana à alemã, até com uma brasileiríssima feijoada. Pode ser bebido quente, mas a maioria prefere saquê gelado, servido até mesmo nos clássicos copos quadrados de madeira (o massu). Fica mais bonito e exótico, mas é um hábito antigo, que alguns restaurantes persistem em usar.
 
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