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Porto Alegre, quarta-feira, 14 de setembro de 2016. Atualizado às 19h19.

Jornal do Comércio

JC Logística

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Opinião

Notícia da edição impressa de 15/09/2016. Alterada em 14/09 às 18h12min

Transporte público precisa assegurar a saúde do passageiro

Antonio Machietto
Neste mês, durante a Transports Publics 2016, em Paris, será apresentado o primeiro ônibus com corrimãos e balaústres (barras verticais que servem de apoio) feitos de cobre antimicrobiano do mundo. A novidade - Solaris Urbino 12 -, que circula pela Polônia, foi desenvolvida para ampliar as medidas preventivas de saúde pública e pretende reduzir a propagação de infecções entre os passageiros do transporte urbano naquele país. O avanço representa uma garantia a mais no direito fundamental de ir e vir da população e um exemplo a ser seguido.
É consenso que o uso do transporte público deve ser preferido em relação ao particular: ele é menos poluente, diminui a exposição das pessoas a acidentes no trânsito, evita congestionamentos e é menos inativo que o carro. Mas em ambientes com maior aglomeração, como ônibus, metrôs e trens, a proliferação de microorganismos patológicos aumenta o risco de trasmissão de doenças, principalmente as respiratórias, como gripe, pneumonia, meningite e tuberculose. Em ambientes fechados, com ar-condicionado, o risco de infecção é ainda maior.
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