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Porto Alegre, terça-feira, 27 de setembro de 2016. Atualizado às 22h33.

Jornal do Comércio

JC Contabilidade

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Contas Públicas

Notícia da edição impressa de 28/09/2016. Alterada em 27/09 às 18h24min

Crise chega aos estados após anos de superávit

Seguindo o exemplo do Rio de Janeiro, governadores do Norte, Nordeste e Centro-Oeste ameaçam decretar calamidade pública se a União não lhes conceder uma ajuda de R$ 7 bilhões. Minas Gerais esboçou a mesma intenção e o Rio Grande do Sul segue parcelando pagamentos. Para os especialistas em finanças públicas, a situação pré-falimentar dos estados comprova que eles não apenas demandam ajuda emergencial para sobreviver à recessão: precisam de uma reestruturação urgente e profunda.
O paradoxo é que a crise chega após um longo período de bonança. Nos últimos 10 anos, os governos estaduais viveram uma espécie de "boom" das receitas. De 2004 a 2015, a arrecadação cresceu, em média, 41% acima da inflação - o que significou uma receita extra de R$ 170 bilhões, segundo estudo realizado pela consultoria Macroplan.
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