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Porto Alegre, segunda-feira, 29 de agosto de 2016. Atualizado às 18h20.

Jornal do Comércio

Política

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crise política

Alterada em 29/08 às 18h21min

Anibal: seu governo não existe mais e daqui a pouco não existirá mais seu mandato

O senador tucano José Anibal afirmou, ao usar o seu espaço para questionar a presidente Dilma Rousseff durante a sessão de julgamento do impeachment, que não estava aqui no Senado para julgar a presidente. "Seria penoso para mim, mas vou julgar o conjunto de sua obra que tanto sofrimento impõe ao Brasil", disse.
O tucano, que foi o 24º senador inscrito para perguntar a Dilma, disse que o governo da petista não existe mais e que ela está prestes a perder seu mandato. "Seu governo não existe mais e daqui a pouco não existirá mais seu mandato", disse.
Anibal destacou que o governo do presidente em exercício Michel Temer vai recuperar as contas públicas e trabalhar pela retomada do crescimento. Ele disse ainda que Dilma "tornou-se especialista em terceirizar as responsabilidades". "A senhora não teve humildade de reconhecer seus mais graves erros", afirmou, completando que ela tem a consciência de que não tem mais "a mínima condição de voltar a governar."
Antes de Anibal, o senador petista Paulo Paim (RS), 23º parlamentar a questionar a Dilma, usou seu tempo para destacar os programas sociais do programa do PT. Ele disse ainda que os opositores não aceitam o fato de a presidente ter feito tanto pelos brasileiros. "O que eles não aceitam é que a senhora entrará para a história como uma das filhas mais dignas desta nação", disse.
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