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Porto Alegre, sexta-feira, 26 de agosto de 2016. Atualizado às 20h10.

Jornal do Comércio

Política

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Crise Política

26/08/2016 - 15h28min. Alterada em 26/08 às 20h16min

Afastamento de Dilma pelos motivos alegados é atentado à democracia, diz Belluzzo

Belluzzo foi ouvido como informante, e não mais como testemunha, durante o segundo dia da sessão do julgamento

Belluzzo foi ouvido como informante, e não mais como testemunha, durante o segundo dia da sessão do julgamento


Marcelo Camargo/Agência Brasil/JC
O economista Luiz Gonzaga Belluzzo criticou o processo de julgamento da presidente afastada, Dilma Rousseff. Ele estava listado inicialmente como testemunha de defesa no processo, mas participa agora apenas como informante, a pedido do advogado de defesa de Dilma, José Eduardo Cardozo, que foi aceito pelo presidente da sessão, Ricardo Lewandowski.
"Considero que o afastamento da presidente pelos motivos alegados é um atentado à democracia", afirmou o economista, em depoimento no plenário do Senado.
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Belluzzo disse ter uma grande preocupação com a sobrevivência da democracia no País. Ele disse que o País foi beneficiado por um ciclo favorável à exportação de commodities entre 2004 e 2010, mas que o governo cometeu erros quando houve uma desaceleração da economia. "Vou dar a minha opinião", destacou.
Belluzzo foi questionado pelos senadores Lindbergh Farias (PT-RJ), Paulo Paim (PT-RS), Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), Gleisi Hoffmann (PT-PR) e Regina Sousa (PT-PI). Na avaliação dele, a crise internacional ainda não terminou, uma vez que a maioria dos países ainda estão com taxas de juro negativas.
"Há uma perda de dinamismo nas economias capitalistas a partir da crise de 2008", afirmou o Belluzzo. "A economia brasileira sofreu os efeitos dessa crise, sim. No meio desse processo, quisemos fazer um ajuste fiscal que só agravou essa situação."
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