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Porto Alegre, quarta-feira, 17 de agosto de 2016. Atualizado às 01h13.

Jornal do Comércio

Política

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Impeachment

Notícia da edição impressa de 17/08/2016. Alterada em 17/08 às 01h09min

Dilma defende plebiscito por novas eleições no País

País estará sofrendo um "inequívoco golpe' seguido de eleição indireta, avalia petista

País estará sofrendo um "inequívoco golpe' seguido de eleição indireta, avalia petista


WILSON DIAS/ABR/JC
A presidente afastada Dilma Rousseff (PT) pediu ontem a senadores que "não façam a injustiça" de condená-la por um crime que "não cometeu", se disse, mais uma vez, vítima de um "inequívoco golpe" e defendeu a realização de um plebiscito para novas eleições e reforma política.
Na carta aos senadores e ao povo brasileiro, lida em um pronunciamento no Palácio da Alvorada, Dilma avaliou que, caso o impeachment seja consumado "sem crime de responsabilidade", o Brasil estará sofrendo um "inequívoco golpe seguido de eleição indireta".
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