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Porto Alegre, quinta-feira, 18 de agosto de 2016. Atualizado às 01h17.

Jornal do Comércio

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Transporte

Notícia da edição impressa de 18/08/2016. Alterada em 17/08 às 21h01min

ATP mostra preocupação com ampliação de horários noturnos

Suzy Scarton
Embora a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) tenha garantido que a readequação de horários noturnos das linhas T6, T7, T9, Rio Branco, Restinga e Tristeza será feita sem qualquer transtorno, o posicionamento da Associação dos Transportadores de Passageiros de Porto Alegre (ATP) é mais reticente. A modificação será feita a pedido do Sindicato de Hospedagem e Alimentação de Porto Alegre e Região (Sindha) e do o Sindicato de Hotéis de Porto Alegre (Shpoa), que têm alegado dificuldade em completar o quadro noturno de funcionários devido à falta de transporte.
A alteração nos horários não é novidade, segundo o diretor executivo da ATP, Gustavo Simionovschi. "As modificações ocorrem diariamente, por questão de obras, incidentes diários", esclarece. No entanto, alerta quanto à demanda real de passageiros nesses horários específicos. "Haverá pessoas suficientes para sustentar as viagens? Se cinco pessoas pegarem o ônibus, vai onerar os demais passageiros, que precisarão pagar por essas viagens", alerta. A tarifa é calculada considerando o custo do ônibus dividido pelo número de pagantes. Portanto, poderá provocar um aumento a longo prazo.
Simionovschi sugere que uma análise detalhada seja feita antes da adoção da medida. "Um período de testes seria difícil. Uma vez que há uma modificação, é difícil voltar atrás. Essas cinco pessoas que pegaram o ônibus naquele dia vão reclamar se perderem o horário da viagem", exemplifica.
A Carris, por sua vez, afirmou que o pedido veio ao encontro de um plano que já está sendo proposto por um grupo técnico da EPTC, cujo trabalho consiste em reavaliar todas as linhas conforme a demanda para readequar os horários e atender melhor ao público. A empresa afirmou que a medida não vai afetar os motoristas. O presidente do Sindicato dos Rodoviários, Adair da Silva, por sua vez, não possuía conhecimento da demanda e afirmou que entraria em contato com a EPTC. Ele adiantou, no entanto, que, se o motorista estiver trabalhando no horário estabelecido, não haverá problemas.
 
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