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Porto Alegre, segunda-feira, 08 de agosto de 2016. Atualizado às 01h09.

Jornal do Comércio

Geral

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Saúde

Notícia da edição impressa de 08/08/2016. Alterada em 07/08 às 23h29min

Bebês não são amamentados na primeira hora de vida

Amamentação previne infecções gastrointestinais, respiratórias e urinárias e protege contra alergias

Amamentação previne infecções gastrointestinais, respiratórias e urinárias e protege contra alergias


ANDREJ ISAKOVIC/AFP/JC
Aproximadamente 77 milhões de recém-nascidos não são amamentados na primeira hora de vida, deixando de receber nutrientes e anticorpos e sendo privados do contato corporal com suas mães, de acordo com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). Este primeiro contato corpo a corpo é essencial para protegê-los de doenças e para contribuir com o sucesso da amamentação.
France Bégin, assessora sênior de Nutrição do Unicef, afirma que, se todos os bebês fossem alimentados apenas com leite materno desde o momento do seu nascimento até os seis meses de idade, mais de 800 mil vidas seriam salvas a cada ano. Quanto mais se atrasa o início da amamentação, maior é o risco de morte no primeiro mês de vida. Atrasar o aleitamento materno entre duas e 23 horas após o nascimento aumenta em 40% o risco de morte nos primeiros 28 dias de vida. Atrasá-la por 24 horas ou mais aumenta esse risco em 80%.
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