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Porto Alegre, sexta-feira, 05 de agosto de 2016. Atualizado às 08h38.

Jornal do Comércio

Geral

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paralisação

04/08/2016 - 09h50min. Alterada em 04/08 às 12h26min

Porto Alegre tem escolas fechadas e policiamento reduzido em dia de paralisação

Em frente ao Palácio da Polícia, servidores da segurança se reúnem com faixas de protesto

Em frente ao Palácio da Polícia, servidores da segurança se reúnem com faixas de protesto


Marcelo G. Ribeiro/JC
Os servidores estaduais realizam, nesta quinta-feira (4), 15 horas de paralisação em protesto pelo parcelamento dos salários do quadro ligado ao Poder Executivo. Com efetivo reduzido, agentes da Brigada Militar e da Polícia Civil farão operação padrão até as 21h. As entidades de segurança garantem atendimento à população somente em casos imprescindíveis.
A maior parte da mobilização acontece entre os servidores da Segurança. Em frente ao Palácio da Polícia, servidores da segurança que aderiram à paralisação se reúnem com faixas de protesto. Há aquartelamento de policiais no 9º Batalhão da Polícia Militar (BPM), na avenida Praia de Belas. Piquetes também estão montados nos quartéis da BM na avenida Coronel Aparício Borges. Nenhuma viatura e cavalaria saiu do local desde às 6h.
São esposas de brigadianos e representantes de entidades da categoria que fazem a vigilância. Eles reforçam que não vão permitir a saída do policiamento montado e nem viaturas. Nesta quinta, tem partida pelo Campeonato Brasileiro do Grêmio, na Arena, e o fluxo de policiais está previsto para as 13h.  
As três saídas dos quartéis da região estão bloqueadas. Sobre eventual tentativa de sair, o diretor social da Associação , José Clésio Gonçalves da Silva, espera que não haja insistência. "Eles também sentindo na carne o mesmo que a gente", citou Silva. 
Apesar da paralisação, a Brigada Militar faz policiamento normal em alguns pontos da cidade. No Centro, em função das paralisações, a estratégia da BM foi reforçar o número de brigadianos para fazer a segurança na região, segundo o Comandante do 9° batalhão, Marcus Vinicius Gonçalves Oliveira.
Desde o início do dia, a movimentação era normal em grande parte da Capital. Os ônibus circulam normalmente em Porto Alegre e na região Metropolitana. No comércio, lojas e estabelecimentos abriam aos poucos ao longo da manhã.
Já na rede de ensino, a adesão à paralisação é grande e diversas escolas estão fechadas. Colégios como Protásio Alves e Julio de Castilhos não abriram os portões.
Uma decisão da Justiça publicada na madrugada desta quinta-feira derrubou a liminar que impedia a abertura de bancos no Estado. Com a nova decisão, o atendimento ao público durante o dia ficará a critério de cada agência bancária.
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Comentários
Rene Luiz Hirschmann 04/08/2016 20h02min
É um absurdo o que essas organizações públicas fazem, estão destruindo 2 gerações, só pensam no seus umbigos, não estão nem ai para a juventude mal formada e com uma cultura semelhante a deles, o que almejam é um emprego público, não para se realizar profissionalmente, unicamente para ter um emprego com regalias, para paralisar atividades e não ter seus dias descontados, deixando aos jovens valores, quando deixam algum que só mostram a busca por vantagens.