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Porto Alegre, segunda-feira, 01 de agosto de 2016. Atualizado às 22h41.

Jornal do Comércio

Geral

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Educação

Notícia da edição impressa de 02/08/2016. Alterada em 01/08 às 20h59min

Cpers promete paralisação geral nesta quinta-feira

No Colégio Júlio de Castilhos, períodos foram mais curtos

No Colégio Júlio de Castilhos, períodos foram mais curtos


MARCELO G. RIBEIRO/JC
O segundo semestre do ano letivo começou ontem na rede pública estadual do Rio Grande do Sul. No entanto, as aulas não voltaram à normalidade, uma vez que, devido ao parcelamento de salários anunciado na semana passada pelo governador José Ivo Sartori, os professores decidiram reduzir o tempo dos períodos de cada disciplina, de 50 para 30 minutos.
A orientação de redução dos períodos foi dada diretamente pelo Cpers/Sindicato. "Nós estamos com o salário parcelado, então vamos parcelar o nosso trabalho", resume a presidente do sindicato, Helenir Aguiar Schürer. As aulas serão mais curtas até que o salário dos servidores seja integralizado. Na quinta-feira, os professores foram orientados a não comparecer aos colégios. "Sem segurança e sem salários, não temos como trabalhar", lamenta, referindo-se à paralisação geral anunciada pelos servidores da segurança.
A Secretaria Estadual da Educação (Seduc) afirma que, para que o ano letivo seja validado, é necessário o cumprimento do número mínimo de dias e de carga horária estabelecida na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Por isso, a escola que fizer turno reduzido terá de recuperar as horas perdidas posteriormente. Segundo a pasta, a adesão de escolas foi bastante pontual. A presidente do sindicato afirma que, hoje, a adesão será maior, uma vez que alguns colégios ainda estavam avisando os pais da alteração dos horários.
Na sexta-feira, sindicatos como o Cpers, a Federação dos Sindicatos de Servidores do Rio Grande do Sul (Fessergs), o Sindicato dos Técnicos-Científicos do Rio Grande do Sul (Sintergs) e a Associação dos Monitores e Agentes Penitenciários do Rio Grande do Sul (Amapergs) procuraram a Defensoria Pública do Rio Grande do Sul. No encontro, os servidores pediram que o órgão ajuizasse uma ação que impedisse o governo de descontar possíveis faltas que ocorressem em decorrência de protestos contra o parcelamento. Uma nova reunião deve ser marcada esta semana para tratar do caso.
 
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