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Porto Alegre, quarta-feira, 31 de agosto de 2016. Atualizado às 18h18.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 31/08 às 18h21min

Petróleo fecha em queda, com aumento dos estoques nos EUA

Os contratos futuros do petróleo fecharam em queda, nesta quarta-feira (31), após a divulgação de dados que mostraram que os estoques da commodity aumentaram nos Estados Unidos.
O petróleo WTI para outubro, negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex) fechou em queda de US$ 1,65 (-3,56), a US$ 44,70 por barril. Na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres, o Brent para outubro - que venceu nesta quarta - fechou em queda de US$ 1,33 (-2,75%), a US$ 47,04 por barril, enquanto o contrato para novembro fechou em queda de US$ 1,84 (-3,78%), a US$ 46,89 por barril.
Os estoques norte-americanos de petróleo bruto e produtos refinados aumentaram em 4,5 milhões de barris, na semana encerrada em 26 de agosto, para mais de 1,4 bilhão de barris, de acordo com o Departamento de Energia dos EUA (DoE, na sigla em inglês).
Os estoques de petróleo bruto subiram em 2,5 milhões de barris na última semana. Analistas consultados pelo Wall Street Journal esperavam aumento de apenas 1,2 milhão de barris. Enquanto os estoques de gasolina caíram em 700 mil barris, analisas esperavam uma queda maior. Os estoques de combustíveis destilados, incluindo diesel, propano e etanol aumentaram.
"Barris de petróleo importado continuam a entrar na costa do Golfo do México, nos EUA, impulsionando o aumento dos estoques", disse Phil Flynn, analista do Price Futures Group. "É impressionante o fato de eles continuarem a importar um monte de petróleo", disse Flynn.
Mas os recentes aumentos dos estoques ampliaram as preocupações de que os excedentes globais de petróleo podem persistir sem um acordo por parte de grandes exportadores para cortar produção.
A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) anunciou planos para um reunião em setembro para discutir uma ação para aumentar os preços da commodity.
Traders e analistas estão cada vez mais céticos sobre o acordo, o que também pressionou os preços na sessão desta quarta-feira. "Parece, cada vez mais, que essa reunião vai acabar em fracasso, como a reunião de abril acabou em fracasso", disse Bob Yawger, da Mizuho Securities.
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