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Porto Alegre, segunda-feira, 29 de agosto de 2016. Atualizado às 17h56.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 29/08 às 17h57min

Petróleo fecha em queda em meio a perspectiva de alta de juros nos EUA

Os contratos futuros de petróleo registraram queda no fim do pregão desta segunda-feira (29) pressionados pela perspectiva de uma alta de juros nos Estados Unidos ainda este ano.
Na Intercontinental Exchange (ICE), o Brent para novembro fechou em queda de 1,40%, a US$ 49,45 por barril. Já na New York Mercantile Exchange (Nymex), o contrato do WTI para outubro cedeu 1,38%, a US$ 46,98 por barril.
A perspectiva de uma alta de juros prejudica as commodities em geral, já que tende a fortalecer o dólar. Uma vez que são negociadas na moeda norte-americana, elas ficam mais caras sempre que esta se fortalece. "O dólar é o principal culpado hoje", afirmou Tariq Zahir, da Tyche Capital Advisors.
Embora os preços do petróleo tenham avançado mais de 25% este ano, em meio a expectativas de que o excesso mundial de oferta está para arrefecer, muitos investidores e analistas acreditam que o patamar de US$ 50 por barril é o teto, uma vez que, acima dele, muitas companhias podem voltar a produzir.
Houve também alguma demonstração de ceticismo em relação à reunião informal entre os membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), no mês que vem. "Um acordo parece improvável, se não impossível", disse Stuart Ive, gerente de OM Financial.
No fim da semana passada, dados da consultoria Baker Hughes mostraram que o número de poços e plataforma de petróleo em operação se manteve estável após subir por oito semanas consecutivas. O temor de muitos é que, com uma elevação dos preços, novos poços possam começar a extrair novamente, voltando a deprimir os preços.
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