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Porto Alegre, quinta-feira, 25 de agosto de 2016. Atualizado às 08h55.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Cobre sobe com dólar mais fraco, mas excesso do metal em armazéns limita ganhos

O cobre opera em alta nesta quinta-feira (25) ajudado pelo dólar mais fraco, mas ainda segue nos menores níveis em dois meses, uma vez que tem sofrido com o excesso do metal nos depósitos em Londres.

Por volta das 8h05min (de Brasília), o cobre para três meses negociado na London Metal Exchange (LME) subia 0,2%, a US$ 4.638,50 por tonelada. Na Comex, a divisão de metais da bolsa mercantil de Nova Iorque (Nymex), o cobre com entrega para setembro tinha alta de 0,24%, a US$ 2,0815 por libra-peso, às 8h15min (de Brasília).

O dólar tem se enfraquecido ligeiramente antes da conferência do Federal Reserve (Fed) de Kansas City em Jackson Hole, na sexta-feira, onde a presidente do Fed, Janet Yellen, fará um discurso no qual poderá dar pistas sobre quando uma alta de juros poderá ocorrer nos EUA.

Taxas de juros mais elevadas tendem a pesar sobre as commodities, que não pagam um retorno e lutam para competir com ativos de rendimentos mais altos. O dólar mais forte também torna o cobre, que é cotado na moeda americana, mais caro para os detentores de outras moedas.

Em um sinal de que o fornecimento de cobre está acima da demanda, os estoques da commodity nos depósitos da LME subiram pela terceira sessão consecutiva nesta quarta-feira, com alta de 6,1%, para o maior nível em nove meses, de 254.700 toneladas.

Os contratos futuros de cobre já caíram 3,5% nesta semana, enquanto os estoques na LME avançaram quase 21%.

Entre os outros metais negociados na LME, o alumínio caía 0,4%, a US$ 1.644 a tonelada, o chumbo recuava 0,1%, para US$ 1.855 por tonelada, o estanho tinha baixa de 0,1%, para US$ 18.780 a tonelada, e o níquel perdia 1,00%, para US$ 9.895 a tonelada. O zinco, por outro lado, tinha alta de 0,1%, a US$ 2.282 a tonelada.
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