Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quarta-feira, 17 de agosto de 2016. Atualizado às 08h02.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Mercado Financeiro

Bolsa de Tóquio sobe, impulsionada por ações de energia e financeiras

A Bolsa de Tóquio fechou em alta nesta quarta-feira (17), impulsionada por ações dos setores de energia e financeiro, após o petróleo ampliar seu rali recente e em meio à especulação de que o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) poderá voltar a elevar juros.
O Nikkei, que reúne as empresas mais negociadas na capital do Japão, subiu 0,90%, a 16.745,64 pontos, apagando parte da desvalorização de 1,62% registrada no pregão anterior.
Ontem, o petróleo avançou pela quarta sessão consecutiva, diante de expectativas de que a Arábia Saudita e outros países cheguem a algum tipo de acordo no próximo mês para limitar a produção da commodity.
Na área de commodities, destacaram-se em Tóquio os papéis da petrolífera Inpex (+6,5%) e da siderúrgica Nippon Steel & Sumitomo Metal (+6,9%).
Já ações do setor financeiro avançaram após a fala de um dirigente do Fed realimentar apostas de que o BC norte-americano poderá aumentar seus juros básicos ainda este ano, talvez até mesmo em setembro. O presidente da distrital do Fed em Nova York, William Dudley, disse em entrevista ontem que a economia dos EUA deverá ganhar força neste semestre e que a eleição presidencial de novembro não deverá influenciar futuras decisões sobre juros.
A seguradora Dai-ichi Life Insurance teve alta de 4,8% e a Resona Holdings, que controla o quinto maior grupo bancário japonês, subiu 5,3%. A fabricante de eletrônicos Sharp, por sua vez, saltou 17%, ainda repercutindo a recente conclusão de sua aquisição pela Foxconn Technology Group, em um acordo de US$ 3,8 bilhões, na última sexta-feira.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia