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Porto Alegre, sexta-feira, 12 de agosto de 2016. Atualizado às 00h06.

Jornal do Comércio

Economia

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Comércio Exterior

Notícia da edição impressa de 12/08/2016. Alterada em 11/08 às 20h44min

Agronegócio registra novo recorde nos embarques no Rio Grande do Sul

Complexo soja foi um dos responsáveis pela expansão em julho

Complexo soja foi um dos responsáveis pela expansão em julho


JONNE RORIZ/AE/Arquivo/JC
As exportações do agronegócio representaram 76% do total comercializado com o exterior pelo Rio Grande do Sul em julho de 2016. Este é o segundo mês consecutivo com recorde de participação desde o início do levantamento realizado pela Assessoria Econômica da Farsul, em 2014.
O Estado atingiu US$ 1,733 bilhão, sendo US$ 1,321 bilhão provenientes do setor, que teve saldo da balança comercial de US$ 1,22 bilhão e volume de 2,435 milhões de toneladas. Os dados estão no Relatório de Comércio Exterior, divulgado nesta quinta-feira pela entidade.
Apesar da marca histórica, na comparação com junho de 2016, houve uma queda de 2,35% no valor e 4,5% no volume exportado. O resultado teve como maior influência o grupo carnes, com uma redução de 22,6% no valor e 19,8% no volume. Já em relação a julho de 2015, o valor comercializado é 1,88% maior. Os principais responsáveis pelo aumento são os grupos complexo soja (7,8%), fumo e seus produtos (17,9%) e produtos florestais (23,7%).
Este é o terceiro mês em sequência com resultado positivo na comparação entre 2015 e 2016. "Os últimos meses têm sido maiores do que no ano passado porque iniciamos o primeiro trimestre abaixo de 2015, o que vemos agora é um processo de recuperação", explica o economista-chefe da Farsul, Antônio da Luz. No acumulado do ano, o total exportado é de US$ 6,739 bilhões, queda de 1,5% em relação ao mesmo período. Entre janeiro e abril, a diferença era de -14,8%. Em relação ao volume, até agora, 2016 superou 2015 em 2,1%.
A China continua sendo o principal destino dos produtos do agronegócio gaúcho, respondendo por 39,7% do total exportado, chegando a US$ 2,635 bilhões. A importância do mercado chinês é percebida quando comparada ao segundo maior comprador do setor, os EUA, com US$ 324 milhões (4,8%). A Coreia do Sul, com US$ 212 milhões tem 3,2%, ficando na terceira colocação. Já nas importações, a Argentina mantém a primeira posição, com US$ 201 milhões e 38% de participação. Em seguida vem o Uruguai, com US$ 135 milhões (25%), e o Chile, com US$ 40,7 milhões (7,7%).
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