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Porto Alegre, terça-feira, 09 de agosto de 2016. Atualizado às 08h27.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

09/08/2016 - 08h28min.

Petróleo opera volátil em meio a incertezas com Opep e antes de dados da API

Os preços do petróleo operam com volatilidade nesta terça-feira (9), após iniciar a semana em forte tendência de alta diante da confirmação de que os países da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) irão conversar em setembro sobre a possibilidade de congelar a produção para reduzir o excesso de oferta. No entanto, os investidores seguem céticos sobre o rumo dessas conversas e cautelosos antes de dados de estoques nos EUA.

Às 7h40min (de Brasília), porém, a tendência era de alta e o petróleo WTI para setembro subia 0,40%, a US$ 43,19 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), e o Brent para outubro avançava 0,20%, a US$ 45,48 o barril, na ICE, em Londres.

Ontem, o ministro da Energia do Qatar e presidente da Opep, Mohammed bin Saleh al Sada, disse que o grupo de 14 membros vai realizar uma reunião informal de 26 a 28 de setembro no Fórum Internacional de Energia da Argélia, para conversar sobre limitar a produção da commodity.

Sada levou otimismo ao mercado dizendo também que a demanda deve se fortalecer na segunda metade de 2016. Vários membros da Opep querem reviver a possibilidade de fixar novos limites para a produção, algo que foi discutido em abril, quando os membros do cartel se reuniram em Doha.

No entanto, "a incerteza sobre o resultado desta vez permanece elevada [uma vez que nenhum acordo foi fechado em abril] e o foco do mercado parece estar voltando ao excesso de oferta atual", disse Michael Poulsen, gerente de risco de petróleo da Global Risk Management.

Diante disso, os investidores operam atentos aos dados do American Petroleum Institute (API, uma associação de refinarias) que divulgará hoje, às 17h30min (de Brasília), estimativa dos estoques de petróleo nos EUA, que na semana passada mostrou queda de 1,3 milhão de barris. O mercado segue cauteloso, uma vez que em algumas das últimas semanas, o resultado contrariou os dados oficiais do Departamento de Energia dos EUA.
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