Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quarta-feira, 10 de agosto de 2016. Atualizado às 13h08.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Tecnologia

Notícia da edição impressa de 09/08/2016. Alterada em 08/08 às 23h03min

Telemedicina e wearables unem médicos e pacientes

Maioria dos entrevistados gostaria de se comunicar pelo dispositivo

Maioria dos entrevistados gostaria de se comunicar pelo dispositivo


ROBYN BECK/AFP/JC
As pessoas querem assumir um papel mais ativo com relação à sua própria saúde e poder interagir com os seus médicos de formas mais modernas e pessoais. Nesse cenário, as novas tecnologias, como dispositivos portáteis e a telemedicina, serão cada vez mais estratégicas nesse processo, aponta o estudo Pacientes Conectados de 2016 (Connected Patient Report).
O levantamento, realizado pela Salesforce, player global em plataformas de gerenciamento de relacionamento de clientes (CRM), entrevistou 2.025 adultos, dos quais 1.736 possuem planos de saúde, para compreender de que maneira eles se comunicam com seus prestadores de serviços. Evidenciou, por exemplo, que cerca de 62% dos adultos estão abertos a um atendimento virtual e 78% dos que possuem um wearable gostariam que seus médicos acessassem os dados disponibilizados por seu dispositivo.
Dos pacientes com plano de saúde entrevistados, 90% estão satisfeitos com seus médicos, mas ainda usam canais tradicionais para se comunicar, como marcar consultas pessoalmente (23%) ou pelo telefone (76%). Para o diretor médico e gerente-geral da Salesforce Healthcare and Life Sciences, Joshua Newman, os prestadores de serviços de assistência médica que constroem relacionamentos mais profundos com as pessoas, seja com atendimento móvel, uso de wearables ou uma melhor comunicação pós-alta, estão em vantagem. "Os pacientes escolhem seus prestadores de serviços também com base em como eles usam a tecnologia para se comunicar e gerir sua saúde", acredita.
Existe um interesse cada vez maior das pessoas de experimentar tratamentos virtuais de saúde, como, por exemplo, videoconferência para assuntos não urgentes como alternativa a consultas médicas presenciais. Dos pacientes com idade entre 18 e 34 anos, 70% escolheriam um médico que oferecesse um aplicativo móvel, como um que permita aos pacientes marcarem consultas, consultarem e visualizarem seus dados de saúde em vez de um que não ofereça.
O estudo Pacientes Conectados de 2016 mostrou ainda que cerca de 78% dos pacientes com plano de saúde e wearables querem que seus médicos acessem os dados de seus dispositivos para que possam ter visibilidade de seu estado de saúde (44%), utilizem as tendências dos dados de saúde para diagnosticar doenças antes que se tornem graves ou terminais (39%), e proporcionem um atendimento mais personalizado (33%).
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Bernardo Dória 10/08/2016 09h52min
Excelente matéria. A utilização de telemedicina com uso de banco de dados simultâneo através de dispositivos wearables mostrará o seu valor quando estiverem conectados à tomada de decisão médica.