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Porto Alegre, domingo, 07 de agosto de 2016. Atualizado às 20h13.

Jornal do Comércio

Economia

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Varejo

07/08/2016 - 20h14min. Alterada em 07/08 às 20h14min

Cresce número de empresas do varejo que faturam acima de R$ 1 bilhão em 2015

Boticário é uma das redes que passou a faturar acima de R$ 10 bilhões ao ano

Boticário é uma das redes que passou a faturar acima de R$ 10 bilhões ao ano


MARCOS NAGELSTEIN/JC
Apesar do varejo ter encerrado o ano passado com queda nas vendas de 4,3% em relação a 2014, o pior desempenho anual da série iniciada em 2001 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cresceu no período o número de varejistas que faturaram mais de R$ 1 bilhão.
Das 300 maiores varejistas, 109 integraram o clube dos bilionários no ano passado, 14 companhias a mais do que no ano anterior, segundo o ranking da Sociedade Brasileira de Varejo de Consumo (SBVC).
Eduardo Terra, presidente da SBVC, explicou que a inclusão no ranking - por meio de estimativa do faturamento - de redes regionais ajudou na ampliação desse grupo de varejistas. Isso mostra, segundo ele, que o varejo brasileiro é muito pulverizado e as empresas grandes, mas com influência regional, tiveram desempenho satisfatório.
Houve ainda aumento, porém mais moderado, da lista das varejistas que venderam mais de R$ 10 bilhões no último ano. Eram cinco empresas em 2014 e somaram oito em 2015. As estreantes desse grupo foram Lojas Americanas (loja de departamento), O Boticário (franquia) e B2W (e-commerce).
Juntas, as 300 maiores varejistas venderam no ano passado R$ 531,1 bilhões. As dez maiores faturaram R$ 195 bilhões, o que representa 14% da venda do varejo nacional que não inclui carro e material de construção.
Pela primeira vez o ranking deste ano revelou que 55 empresas das 300 já possuem conselho de administração. "É um número razoável de um setor que é pouco profissionalizado", ressaltou Terra. Outro dado revelado pela pesquisa é que 29 empresas são de capital aberto, das quais 20 listadas em Bolsa. As outras nove se financiam por meio de outros tipos de papéis, como debênture, por exemplo. Nessa lista há apenas uma varejista de economia mista, o supermercado Ebal, do governo do Estado da Bahia.
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