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Porto Alegre, quarta-feira, 03 de agosto de 2016. Atualizado às 20h35.

Jornal do Comércio

Economia

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Tecnologia

03/08/2016 - 20h34min. Alterada em 03/08 às 20h36min

A espera acabou: febre mundial, game Pokémon Go é lançado no Brasil

Game já faz sucesso em dezenas de países, incluindo na França

Game já faz sucesso em dezenas de países, incluindo na França


THOMAS SAMSON/AFP/JC
Folhapress
Febre em várias partes do mundo há um mês, o game Pokémon Go chegou oficialmente ao Brasil nesta quarta-feira (3). No jogo, disponível nas lojas virtuais da Apple e do Android, usuários têm de caçar personagens no mundo real, usando a câmera do celular.
O lançamento da Nintendo causa excitação para potenciais usuários, dada a natureza do produto: a união de uma série nostálgica e uma nova tecnologia em um aparelho amplamente disseminado, o smartphone. Ao mesmo tempo, causa certa preocupação com a segurança.
De acordo com números da consultoria App Annie, o jogo foi instalado mais de 100 milhões de vezes e tem gerado US$ 100 milhões de receita diária com usuários dos sistemas iOS (Apple) e Android (Google).
O Brasil foi apenas o 38º país a receber o jogo. A espera pelo produto teve seus percalços: nesta semana, o perfil no Twitter de John Hanke, diretor-executivo da Niantic, foi hackeado em um protesto pela demora.
Um dos motivos para a atenção obtida pelo jogo é a realidade aumentada, tecnologia que em casos avançados permite exibir hologramas e imagens 3D no campo de visão do usuário, misturando o real e o virtual. No caso de Pokémon Go, a aplicação é mais simples: ver o mundo por meio da tela do smartphone e sair em busca de criaturas como Pikachu para treiná-las.
"A realidade aumentada já havia sido testada antes, mas não em um aparelho com base instalada suficiente para que contagiasse um número de usuários tão grande. O celular muda isso", diz Marcelo Tavares, presidente da feira BGS (Brasil Game Show), ao explicar parte dos motivos do sucesso do game.
O jogo causa essa comoção, entre outros motivos, por "sair da tela", mudando a lógica dos games até agora, diz o historiador Helyom Viana-Telles, pesquisador do grupo de comunidades virtuais da Universidade Estadual da Bahia. "É uma ideia simples, de caçar monstrinhos. O cara pode sair e se reconectar com a cidade, dando uma outra dimensão ao lazer dos jogos", afirma ele.
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