Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, terça-feira, 02 de agosto de 2016. Atualizado às 22h41.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Atividade Industrial

Notícia da edição impressa de 03/08/2016. Alterada em 02/08 às 22h38min

Indústria melhora, mas retomada vai demorar

 ENTREVISTA COM CEO DA HIGRA INDUSTRIAL LTDA, FÁBRICA DE SISTEMAS DE BOMBEAMENTOS E BOMBAS ANFÍBIAS    NA FOTO: DEPENDENCIAS DA FÁBRICA

ENTREVISTA COM CEO DA HIGRA INDUSTRIAL LTDA, FÁBRICA DE SISTEMAS DE BOMBEAMENTOS E BOMBAS ANFÍBIAS NA FOTO: DEPENDENCIAS DA FÁBRICA


MARCELO G. RIBEIRO/JC
A recuperação da produção industrial, que ainda tenta se firmar, ganhou fôlego em junho, com alta de 1,1%, na margem. Com as revisões promovidas pelo IBGE, agora trata-se do quarto ganho mensal consecutivo. Na comparação anual, ainda houve queda de 6%, mas o ritmo foi o menor em 13 meses. Mesmo assim, analistas apontam que a retomada da indústria para os patamares anteriores à crise vai levar tempo e lembram que o setor perdeu muito espaço na economia brasileira nos últimos anos.
"O quadro vem melhorando aos poucos, mas ainda estamos muito longe de recuperar as perdas do passado recente", afirma o economista-chefe da SulAmérica Investimentos, Newton Camargo Rosa. Para ele, a produção industrial deve fechar com queda de 6% em 2016, após o tombo de 8,2% no ano passado. O sócio e diretor da MacroSector, Fabio Silveira, vê um ajuste ainda mais forte este ano, com retração de 7,5%. "Continuamos com o ajuste fortíssimo na indústria e não há perspectiva de melhora acentuada, mas de melhora suave e discreta nos próximos meses, porque as condições do mercado de trabalho, do consumo e do crédito estão fragilizadas. As exportações, que poderiam ajudar, também não vão crescer nos próximos meses", aponta.
CONTINUE LENDO ESTA NOTÍCIA EM NOSSA EDIÇÃO PARA FOLHEAR
CLIQUE AQUI PARA ACESSAR
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia