Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, segunda-feira, 01 de agosto de 2016. Atualizado às 10h38.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

indústria

01/08/2016 - 10h39min. Alterada em 01/08 às 10h39min

PMI industrial do Brasil sobe a 46,0 em julho, de 43,2 em junho, revela Markit

O índice de atividade dos gerentes de compra (PMI, na sigla em inglês) da indústria brasileira subiu para 46,0 pontos em julho, de 43,2 pontos em junho, informou a Markit. Este é o maior nível do indicador em quatro meses. Apesar da melhora, trata-se do 18º mês consecutivo de contração da atividade, mostrada quando o indicador fica abaixo do patamar de 50 pontos.
Segundo a Markit, as novas encomendas continuaram caindo em julho, mas no menor ritmo desde fevereiro de 2015. A melhora foi vista principalmente entre os produtores de bens intermediários, enquanto em bens de investimento e de consumo ainda houve retração. As encomendas de exportação também recuaram, o que ajudou a levar a nova contração na produção industrial total. Mesmo assim, a queda na produção foi no menor ritmo em 18 meses.
O subíndice de emprego seguiu em queda em julho, enquanto os níveis de estoques de produtos prontos e de insumos também recuaram. As encomendas pendentes caíram no ritmo mais forte em sete anos e meio. Já a inflação ao produtor continuou em alta, puxada por produtos como petróleo, aço, serviços públicos e embalagens.
A analista Pollyana de Lima, responsável pelo relatório, destaca que há alguns sinais positivos na pesquisa, apesar de o índice geral continuar mostrando retração. Ela aponta que tanto a inflação ao produtor como ao consumidor perderam força. "Se a tendência de suavização da pressão inflacionária continuar nos próximos meses, provavelmente veremos o Banco Central afrouxando a política monetária, em um esforço para tirar o Brasil da recessão", comenta.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia