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Porto Alegre, domingo, 11 de setembro de 2016. Atualizado às 14h03.

Jornal do Comércio

Colunas

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Roberto Brenol Andrade

Palavra do Leitor

Notícia da edição impressa de 30/08/2016. Alterada em 29/08 às 21h44min

Flanelinhas

Apesar de a atividade de flanelinha ter sido regulamentada por nossas autoridades, não consigo vê-la assim. Sou totalmente contrário ao pagamento de propinas a esses ditos guardadores de carros. Deixar o carro na rua e ter que pagar ao flanelinha sob ameaça de que, se não pagar, seu veículo poderá sofrer consequências é algo a respeito do qual a nossa polícia tem que tomar atitudes. Tem flanelinha que chega a demarcar locais de estacionamento, como aquele espaço dele o fosse. (Júlio César de Souza Cabral, Porto Alegre)
Segurança pública
A falta de segurança tem origem no sistema operacional implantado pelos órgãos de segurança pública, quando criaram o centro integrado de operações, que distanciou cada vez mais o pedido de socorro da sociedade, devido ao aumento da área de cobertura por uma unidade da Polícia Militar. Nada contra, a aproximar a Polícia Militar da Polícia Civil, isso é benéfico, mas também não resolve as duas instituições atuarem e o Judiciário soltar. A Força Nacional deve atuar fazendo uma varredura minuciosa dentro dos presídios, retirando de circulação celulares e armas em poder dos presos em todos os presídios e albergues do semiaberto do Estado. Para depois atuar nas ruas com maior firmeza em conjunto com todas as instituições, fazendo que o sistema funcione objetivamente e atenda às necessidades da sociedade. Em minha opinião, deve se debater os sistemas operacionais diminuindo a área de cobertura por cada unidade e melhor distribuição do efetivo disponível em locais, estratégicos que possibilite a comunicação entre às unidades, fechando um cerco para impedir a fuga de delinquentes. (Luiz Augusto Carvalho)
Formatura
Durante a formatura de minha filha no curso de Comunicação Social, ocorrida sábado (27/08), no Salão de Atos da Ufrgs, os presentes foram surpreendidos com manifestações políticas sectárias de oradoras e até de uma integrante da mesa contra o presidente interino Michel Temer (PMDB). Essas manifestações não souberam respeitar o fato de que pais, familiares e convidados estavam ali para participar de uma solenidade de formatura, e não de um comício. Não bastasse este inaceitável desvio, a plateia assistiu, com desagrado, durante a execução do hino rio-grandense, a dois formandos permanecerem sentados, mesmo após o convite para que todos se levantassem em sinal de respeito. Não sei se tal gesto se tratava de um protesto contra o governo do Estado ou apenas a exteriorização da falta de educação e civismo desses dois formandos. Se foi pela primeira hipótese, então confundem governo com o Estado e estão equivocados. Se foi por outra razão, então é ainda pior, pois os quatro ou cinco anos de universidade não ensinaram a esses formandos os valores básicos de cidadania e correção, aos quais tinham acabado de jurar cumprimento. Lamentável. (Nivio Fialho, engenheiro)
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Comentários
roberto 10/09/2016 23h24min
oi pessoal a resposta e que os flanelinhas tem politicos apoiando eles agora se voce duvida digita cooperamplo ( cooperativa de flanelinhas ) eles tem escritorio sede em predio publico no centro de porto alegre