Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, domingo, 04 de setembro de 2016. Atualizado às 18h53.

Jornal do Comércio

Colunas

COMENTAR | CORRIGIR
Osni Machado

Empresários & Cia

Notícia da edição impressa de 05/09/2016. Alterada em 02/09 às 18h57min

Instituto Venturi tem 10 anos de muitas ações

Arlinda Cézar diz que é necessário sensibilizar para transformar

Arlinda Cézar diz que é necessário sensibilizar para transformar


JONATHAN HECKLER/JC
Grandes ações marcam a trajetória de pouco mais de uma década do Instituto Venturi para Estudos Ambientais, uma organização sem fins econômicos. Um dos maiores desafios, foi abrir espaço junto ao empresário com o propósito de informá-lo corretamente sobre como produzir sem destruir o meio ambiente e que esta prática não resulta em custo, pelo contrário, reverte em ganhos futuros.
O propósito desta aproximação, explica a presidente do instituto, Arlinda Cézar, é criar oportunidade para informar, por exemplo, que os resíduos de uma empresa podem ser reduzidos e que o manejo correto resulta no final em lucro. "Quando o empresário toma conhecimento desta realidade, ele começa a modificar efetivamente o seu comportamento. Mostramos que ele pode adotar o gerenciamento ambiental, o emprego de tecnologias e práticas mais limpas."
Arlinda diz que reuniões, debates e fóruns têm servido, desde a fundação, para a tão desejada abertura junto as organizações, além de ser um meio para compreender "a cabeça do empresário". "Porém informar é o primeiro passo para se chegar ao estágio, tão sonhado, que é o da sensibilização, ou seja, trazer à tona a consciência e, posteriormente a isto, elevar este industrial, a um ato permanente de conduta na proteção do meio ambiente."
A bióloga explica que o Instituto procura ser semelhante a um catalisador, ou seja, que ele venha interagir entre os "elementos" e, neste processo, os reúna e crie neles uma reação e depois vá adiante, para novas combinações "químicas", sucessivamente. "Reunimos empresários, academia, universidades e demais pessoas em um mesmo propósito", resume a presidente.
Lembra que o instituto fez ações, como o ciclo de palestras, na Federação das Associações Comerciais e de Serviços do Rio Grande do Sul (Federasul), intitulada A Empresa e o Meio Ambiente - o custo do desconhecimento. Evento, segundo conta Arlinda, ganhou atenção a partir da destruição do laboratório de pesquisa da Aracruz Celulose, em Guaíba, por um grupo de manifestantes, naquela ocasião. Cita também a participação do Instituto em reuniões da Federasul.
Destaca trabalhos, como a consultoria que verificou as não conformidades ambientais legais do Complexo Administrativo do Sistema Fiergs/Ciergs. Além da consultoria junto ao Tribunal de Justiça que iniciou as atividades relativas à gestão ambiental, em 2005, com o Ecojus - Programa de Proteção e Educação Ambiental e Responsabilidade Social, que envolveu servidores da Justiça. Outra iniciativa, foi o Fórum Internacional de Resíduos Sólidos, que está na sétima edição. "O instituto mostra que as práticas gerenciais do meio ambiente podem ser implantadas sem ser um entrave. Os nossos associados, por meio da doação de horas trabalhadas, dão consultoria a organizações de todos os tamanhos", diz.
"Mantemos parcerias com universidades e entre elas estão: a Unisinos, UnB e a Facos, de Osório, com a formação de profissionais em planejamento ambiental. E levamos o nosso conhecimento as escolas rurais."
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia